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Vitrine de Talentos

Sarah Webber

Comunicação

Santa Catarina

Itajaí

Objetivo Profissional

Objetivo Profissional

O meu objetivo é conseguir uma vaga de Marketing ou Comunicação em uma instituição do Terceiro Setor, especialmente se for conectada com meio ambiente e sustentabilidade.

 

Eu me garanto na parte de Redação ou Estratégia/Planejamento.

 

Assim, conseguiria unir os conhecimentos da Biologia e do Marketing, minhas duas áreas de formação, em prol de um propósito importante!

Não

Disponibilidade para mudança:

Não

sarahwebber.edu@gmail.com
Sarah Webber

Trajetória Profissional

Sou graduada em Marketing (tecnólogo) e Ciências Biológicas (bacharelado/licenciatura), com especialização em Educação Ambiental e Sustentabilidade.

Durante uma década (2012 - 2022), atuei na criação de estratégias educativas (materiais, atividades e programas) para conectar pessoas com espécies, ecossistemas e causas socioambientais.

A partir de 2018, passei a contribuir com equipes de Marketing e Comunicação, especialmente em instituições de meio ambiente e do Terceiro Setor.

Nesse contexto, meu ponto forte é a redação e revisão de textos, produzindo conteúdos em diferentes formatos: sites, blogs, landing pages, redes sociais, roteiros de vídeo, e-mail marketing, newsletters, e-books, livros físicos, jogos, anúncios, telas e notificações para aplicativos, cartilhas, cartazes, releases de imprensa, plataformas educacionais e material de endomarketing.

Além disso, atuei na gestão de diversas equipes, tarefas e processos das áreas de Marketing e Comunicação (inclusive de forma remota), desenvolvendo briefings e planejamentos para ações e campanhas institucionais, assim como monitorar a sua produção e avaliar o seu impacto pós-lançamento.

Conheça minha história

Eu nunca tive dúvidas sobre a minha profissão.

 

Sempre fui apaixonada pela natureza e, quando chegou a época do vestibular, apliquei para Ciências Biológicas sem medo de errar.

 

Eu sequer tinha dinheiro para pagar a universidade e, se não fosse o Prouni, eu nunca teria conseguido frequentar uma.

 

Em 2017, me formei tanto no bacharelado quanto na licenciatura, acumulando boas notas, bons amigos e muitos estágios na área de Educação Ambiental (que era o meu amor maior dentro da extensa grade curricular da Biologia).

 

Assim, logo depois de formada, eu já comecei a trabalhar na área.

E era feliz pra caramba!

 

Aliás, eu tinha tanta certeza de que iria me aposentar fazendo aquilo, que logo emendei uma especialização em Educação Ambiental e Sustentabilidade.

 

Rá! Mal sabia eu sobre o quanto o mundo dá voltas.

 

Eu era uma funcionária muito dedicada. Realmente exemplar.

E, mesmo trabalhando em regime 6x1, com apenas um domingo por mês... eu achava tempo para fazer bicos, conseguindo pagar a pós e diversos outros cursos complementares.

 

Se eu acredito em uma coisa nessa vida, é nisso:

No estudo e no esforço.

 

Durante uma década (de 2012 a 2022), eu desenvolvo materiais, atividades e programas educativos para conectar pessoas com espécies em extinção, ecossistemas ameaçados e causas socioambientais.

 

Porém, a alegria não durou muito:

Depois de uma demissão com trocentas horas extras nas costas, uma tremenda decepção com uma ex-colega de profissão e um burnout que nunca mais me deixou ser a mesma mulher, eu reparei que não conseguia mais trabalhar com Educação Ambiental.

 

Era só começar a planejar uma atividade educativa, que todos os meus gatilhos de trauma eram imediatamente acionados.

 

Aquela área que eu amava tanto... estava me causando sofrimento intenso.

 

Foi quando eu decidi largar completamente a Biologia e procurar outras oportunidades.

Ao mesmo tempo, eu vivia na cidade que tinha o metro quadrado mais caro do Brasil, e precisava desesperadamente pagar os boletos.

 

Buscando soluções emergenciais, eu pensei sobre o que eu sabia fazer direito além de ser bióloga... e como poderia contribuir com o mundo.

 

E rapidamente encontrei a resposta:

Escrever.

 

Eu já vinha contribuindo com redação e revisão de textos em parceria com equipes de Marketing e Comunicação - especialmente em instituições de meio ambiente e do Terceiro Setor - desde 2018.

 

E sempre amei produzir conteúdo sobre temas ambientais para a internet!

 

Além disso, muita gente dizia que eu mandava bem... e eu queria muito continuar, porque era uma forma de continuar ajudando a natureza, ainda que fosse fora da área de Educação.

 

Mas, quem iria contratar alguém sem experiência formal na área?

Só se fosse para uma vaga de estágio!

 

Então, na fila da Caixa para receber meu seguro-desemprego, eu impulsivamente me inscrevi em outra graduação: Marketing. Se era estágio que precisava, era estágio que eu ia fazer.

 

Eu já tinha 28 anos.

E, considerando que o tecnólogo dura 2 anos, eu só iria me formar com 30 - quase 13 anos depois de ter entrado na universidade pela primeira vez.

 

Comecei a estudar - e a procurar vagas de Comunicação Ambiental para pagar a mensalidade, claro.

 

E eu até conseguia as vagas - mas todas eram de voluntariado.

Eu trabalhava em quatro ONGs ao mesmo tempo... mas, não conseguia pagar as contas!

 

Então, criei uma marca e abri uma MEI para focar a oferta de serviços de marketing nesse nicho.

Mas, infelizmente, eu não conseguia clientes suficientes para me manter (e os que eu conseguia não tinham lá muito dinheiro para me pagar)... e precisei voltar ao mercado de trabalho como uma redatora convencional.

 

Comecei a oferecer serviços de redação e revisão de textos para vender produtos e serviços diversos.

Estética, roupas, cosméticos, empresas de tecnologia.

 

Apesar de não ser o que eu queria, fiz tudo extremamente bem-feito.

Queria aprender, queria ficar boa logo - para poder ganhar um dinheiro que pagasse as minhas contas.

 

Fui ganhando muita prática. Produzi quantidades absurdas de conteúdo para sites, blogs e landing pages. Redes sociais e roteiros de vídeo. E-mail marketing e newsletters. E-books e livros físicos. Anúncios e mais anúncios. Telas e notificações para aplicativos. Cartilhas e cartazes. Releases de imprensa. Plataformas educacionais. Material de endomarketing. "De tudo" e, com certeza, do "mais um pouco" também!

 

Me formei novamente - apenas 2 dias antes do meu aniversário de 30 anos.

 

E fui subindo na nova carreira.

Trabalhei com gestão de diversas equipes, tarefas e processos das áreas de Marketing e Comunicação.

Desenvolvia briefings e planejamentos para ações e campanhas institucionais, monitorava a produção do conteúdo, avaliava o seu impacto pós-lançamento.

 

De ponta a ponta, eu acompanhava o processo de criar comunicação com olhos zelosos e vigilantes.

 

Na última empresa em que estive, fui promovida duas vezes em um ano.

Passei de redatora a analista de marketing e, em seguida, me tornei coordenadora da área.

 

Eu amava muito essa empresa e trabalhava incansavelmente.

Até já tinha desistido da possibilidade de atuar na comunicação ambiental.

 

Porém, depois de constantes divergências com a minha supervisora sobre os rumos das atividades, meu psicológico ficou seriamente abalado.

 

Então, eu decidi que não queria um segundo burnout - e pedi demissão.

 

Porém, apesar do meu desconforto e de não estar em condições psicológicas de ficar... eu também não estava em condições financeiras de sair.

 

O resultado? Passei as últimas 3 semanas aplicando para incontáveis vagas.

Foram mais de 50 - e, infelizmente, só uma era de comunicação ambiental.

 

Mas, eu só precisava daquela.

 

Era lá que o meu coração queria estar.

 

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Outras iniciativas da Cruzando Histórias nas quais participou:

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