top of page

Resultados da busca

Search this site

581 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Cruzando Histórias leva sua missão à 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher, em Nova Iorque

    Representada por Bia Diniz, Raquel Tetti e Marina Silveira, a organização participa do principal fórum global sobre direitos das mulheres para fortalecer o acesso à justiça. A CSW  ( Commission on the Status of Women  — em português Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher), é um dos encontros mais importantes do mundo quando o assunto é igualdade de gênero e direitos das mulheres. Realizado anualmente em Nova Iorque e organizado pela ONU  Mulheres , o fórum reúne lideranças governamentais, organizações da sociedade civil, especialistas e representantes de diversos países para discutir políticas públicas, avanços e desafios na promoção dos direitos das mulheres e meninas. Em sua 70ª edição, a CSW  reforça debates fundamentais como o acesso à justiça, a paridade de gênero nas instituições, especialmente no judiciário, e o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas.  Neste ano, a Cruzando Histórias  estará presente no evento, representada por sua presidente, Bia Diniz , pela consultora Raquel Tetti  e pela consultora jurídica Marina Silveira . A participação no fórum tem como objetivo fortalecer conexões com lideranças globais e ampliar o diálogo sobre caminhos possíveis para garantir e expandir o acesso à justiça para todas as mulheres e meninas. Mais do que um espaço de debate, o encontro também funciona como um ambiente estratégico de articulação internacional, onde iniciativas, pesquisas e experiências de diferentes partes do mundo são compartilhadas para impulsionar mudanças concretas. A participação da Cruzando Histórias  também representa uma oportunidade de reforçar o papel das organizações da sociedade civil na construção de soluções que promovam equidade, proteção de direitos e oportunidades reais de transformação social. A expectativa é que o time retorne do encontro com novas conexões, ideias e aprendizados que possam fortalecer ainda mais o trabalho da instituição, especialmente nas iniciativas voltadas à autonomia e ao protagonismo das mulheres no mercado de trabalho.

  • Cruzando Histórias participa de aulão de Muay Thai em ação pelo 8 de março

    Realizado no Complexo #9, na Bela Vista (SP), evento reuniu mulheres para uma manhã de atividade física, conscientização e fortalecimento coletivo na luta por direitos e segurança. Bia Diniz, fundadora da Cruzando Histórias, ao lado da Simone Andrade (Associação Desenvolve no Espectro). Foto: Carol Soares Hoje, 8 de março de 2026, a Cruzando Histórias esteve presente no aulão de Muay Thai realizado pela Associação Gibi Thai e Desenvolve no Espectro , com apoio do Conseg Bela Vista e da própria Cruzando Histórias. Foi uma manhã de fortalecimento da luta pelos direitos das mulheres, contra a violência estrutural e o feminicídio — e também um lembrete de que o Dia Internacional da Mulher pode ser, sim, um momento de celebração, mas continua sendo, sobretudo, um movimento de luta, pertencimento e ação coletiva. O evento contou com a fala de mulheres potentes, entre elas nossa fundadora, Bia Diniz . Em sua participação ela destacou que, além de buscar apoio e conhecer os principais canais de denúncia, é fundamental que as mulheres também alcancem autonomia financeira. "Sem dinheiro, a mulher não consegue sair do ciclo de violência”, ressaltou. A Cruzando Histórias é uma organização voltada à empregabilidade feminina. Um de seus principais objetivos é oferecer apoio para que mulheres em situação de vulnerabilidade e desemprego possam encontrar caminhos para se reerguer e se recolocar no mercado de trabalho com segurança, respeito e dignidade. Hoje, a luta foi no tatame, com um aulão dedicado exclusivamente às mulheres, reforçando a potência e a união feminina. Dali saíram mulheres mais conscientes de si mesmas e da própria força, sabendo que são capazes de qualquer coisa. Mas a luta diária continua e, se depender da Cruzando, seguiremos reforçando todos os dias que aqui toda história tem valor, e que a pauta das mulheres, especialmente no enfrentamento à violência e na defesa de condições dignas de vida e trabalho, precisa estar em destaque durante todo o ano. Clique aqui para assistir ao vídeo publicado no nosso Instagram.

  • Mês da mulher: empregabilidade feminina também é enfrentamento à violência

    Empresas precisam ir além das ações simbólicas em março e assumir um posicionamento estrutural durante todo o ano. Segunda-feira, 2 de março. Começa mais um Mês da Mulher. Mais um mês em que muita gente questiona por que ainda precisamos de uma data dedicada a nós. Mais um mês em que organizações receberão suas colaboradoras com o mesmo brinde clichê: o bombom, a rosa vermelha comprada em atacado, a lembrancinha simbólica. Entra ano, sai ano, a “criatividade” segue a mesma. Mas será que dá para fazer diferente? Eu acredito que sim. A CRUZANDO HISTÓRIAS ACREDITA QUE SIM. Nosso trabalho não parte de achismos, ele parte de histórias reais e também de dados: Em 2025, a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher revelou que 3,7 milhões de brasileiras sofreram violência doméstica ou familiar. Em 71% dos casos, a agressão aconteceu na presença de terceiros. Quase 60% relataram episódios recentes (menos de seis meses) e 10% sofreram violência digital. 64% das vítimas de feminicídio são mulheres negras. No ambiente de trabalho, os números também crescem. O Tribunal Superior do Trabalho recebeu 142.814 novos processos por assédio moral — aumento de 22,3% em relação a 2024. O Ministério Público do Trabalho registrou 18.207 denúncias, uma alta de 26,9%. Mas há um dado silencioso que nem sempre aparece nas manchetes: a exclusão econômica . Quando uma mulher vive em um contexto de violência, muitas vezes ela também perde autonomia financeira. Ela se afasta ou é afastada do trabalho, interrompe os estudos, e tem sua trajetória profissional atravessada pelo medo e pela sobrevivência. Então surge o principal questionamento : Qual empresa está preparada para acolher essa mulher? Qual organização está comprometida com gerar oportunidade real? Qual liderança entende que empregabilidade também é enfrentamento à violência? Algumas dessas mulheres nunca tiveram a chance de trabalhar. Outras são qualificadas, têm experiência, têm bagagem, mas foram atravessadas por histórias de violência que interromperam suas trajetórias. E o mercado nem sempre está disposto a enxergar além da lacuna que foi feita no currículo. Injusto, né? Por isso, a reflexão que trazemos neste mês é clara: chegou a hora de sairmos das ações simbólicas para as ações estruturais! Não basta distribuir brindes e homenagens no dia 8 de março, é preciso assumir compromisso com ambientes corporativos seguros, cultura e políticas consistentes, além de oportunidades reais par mulheres que precisam recomeçar. O 8M não é uma data decorativa, é um chamado ao posicionamento. E posicionamento não se faz apenas no mês de março. Empresas que tratam essa pauta com seriedade entendem que empregabilidade também é enfrentamento à violência, porque segurança, respeito e dignidade precisam fazer parte da cultura organizacional o ano inteiro. Ao longo deste mês vamos compartilhar reflexões e caminhos possíveis para fortalecer esse debate e transformar informação em ação. Você vem com a gente? Com amor, Bia

  • Boletim CH | Oportunidades da semana: Novas vagas e caminhos para fortalecer sua jornada.

    Olá, mulher ! 🌻 Toda quarta-feira, a Cruzando Histórias compartilha com exclusividade para nossa rede uma curadoria de cursos, vagas de trabalho e eventos gratuitos. São oportunidades que fortalecem jornadas profissionais, ampliam horizontes e impulsionam a empregabilidade e o empreendedorismo feminino , dentro e fora da nossa comunidade. ⬇️ Confira o que separamos para você nesta semana. 💼 VAGAS DE TRABALHO Vagas de emprego, estágios e contratos (CLT, PJ ou temporários), em formatos presencial, híbrido ou remoto, que fortalecem trajetórias profissionais e ampliam o acesso ao mercado de trabalho pelo país. ONU-Habitat Brasil | Diversas Vagas 📍 Rio de Janeiro (RJ) 📅 Inscrições até 2 de março Oportunidades disponíveis: Coordenador/a de Programas | https://bit.ly/4kVw2LG Assessor/a Técnico/a | https://bit.ly/3MpoGn2 Analista de Programas | https://bit.ly/4c6yywh Analista de Comunicação | https://bit.ly/3MvjrCh Assistente Administrativo/a | https://bit.ly/4rzicB1 ⚠️ Observação: Todas as vagas exigem graduação (algumas com pós-graduação) nas áreas indicadas no edital. Experiência mínima entre 3 e 7 anos, conforme o cargo. Fluência em português é obrigatória; inglês é exigido para coordenação e assessoria; espanhol é desejável. Orientador de Público | SESI-SP 📍 São Paulo (SP) 📌 Regime: CLT / Presencial 💰 R$ 3.407,78 📅 Inscrições até 3 de março de 2026 🔗 https://sesisenaisp.empregare.com/pt-br/vaga-orientador-de-publico-sede-sao-paulo-sp-_150282 👩‍🦽‍➡️Vaga também tem formato exclusivo para Pessoas com Deficiência (PCD) com salário diferente ( R$ 2.555,83 ) Assistente de Eventos | Comitê Olímpico do Brasil 📍 Rio de Janeiro (RJ) 📌 Regime: CLT (prazo indeterminado) 💰 R$ 4.164,00 📅 Inscrições até 28 de fevereiro de 2026 🔗 https://lnkd.in/dQ2RKRG5 Fundação Instituto de Administração (FIA) | Diversas Vagas 📍 Rio de Janeiro (RJ) 📅 Inscrições até 06 de março de 2026 🔗 https://consultoriafia.gupy.io/ Oportunidades disponíveis: Analista Ambiental I Analista Ambiental II Analista de Projetos Auxiliar Administrativo e Financeiro Auxiliar de Logística Educador Socioambiental Educomunicador Audiovisual Educomunicador Mídias Sociais Educomunicador PAIACA Educomunicador Viveiro de Projetos Orientador Pedagógico – Gestão Territorial Pesquisador Social Estágio em Redes Sociais | Instituto Socioambiental 📍 São Paulo (SP) 📌 Regime: Estágio 𝌭 Modelo: Presencial ou híbrido ( conforme edital completo ) 🔗 https://www.socioambiental.org/o-isa/vagas-editais/com012-pessoa-estagiaria-de-redes-sociais-prazo-28022026 Analista de Projetos Voluntariado e Parcerias | SEFRAS - Ação Social Franciscana 📍 Brás — São Paulo (SP) 💰 R$ 4.000,00 📅 Inscrições até 20 de março de 2026 📧 Envio de currículo: trabalheconosco@sefras.org.br Assistente Administrativo | Instituto Cerrados 📍 Brasília (DF)  📌 Regime: Presencial 📧 Envio de currículo: cerrados@cerrados.org *Assunto do e-mail: Vaga – Assistente Administrativo Assistente de Pesquisa | Alafia Lab 📍 Remoto (preferencialmente Norte e Nordeste) 💰 R$ 4.000,00  📅 Inscrições até 27 de fevereiro de 2026 🎓 Especificação:  Formação em Comunicação, Ciência Política, Direito, Gestão Pública ou áreas correlatas ✊🏾 Política afirmativa:  Incentiva candidatura de mulheres, pessoas negras (pretas e pardas) e indígenas do Norte e Nordeste 🔗 https:// docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScNEO6BVzRFkUwZ5u8tflwkrVqGTr8rji1MQXDR6W7D0AoVmw/viewform Assistente de Planejamento | Amarante 📍 Recife (PE)  📌 Efetivo com benefícios  𝌭 Modelo: Presencial 🔗 https://prd-pc1.lg.com.br/Vagas/c/2F030BBB-5AAD-4D5C-885A-152012CFAA4B/p/portaldocandidatoamarante/pt-BR/Vaga/Divulgacao?codigo=612 📅 EVENTOS Encontros, palestras, seminários, mostras, rodas de conversa e atividades abertas (presenciais ou online) que promovem troca de experiências, articulação em rede, circulação de conhecimento e também momentos de lazer, celebração e fruição cultural. Aulão de Muay Thai Exclusivo para Mulheres 📅 08/03 Dia Internacional da Mulher 📍 Bela Vista – São Paulo (SP) Uma manhã dedicada ao movimento, à potência feminina e à união. Porque força não é só física, é também coletiva. 🔗 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeygzWXh5bvuccbNPFeUyXrQBYQsi7Indflfhw7FRzGVy7fgQ/viewform?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnGLdf48g6j-ZoB4AyKL8WyRvORf_d_ItXxy5xTeKJ70Jp-TaJduBrUxoir24_aem_3bp1gy-ALUtI6oF4d4nc2A 💡 INFORMAÇÃO E ENTRETERIMENTO Artigos, reportagens, pesquisas, editais, relatórios, além de filmes, documentários, séries, podcasts e programas que ampliam repertório, estimulam reflexão crítica e provocam diálogos sobre trabalho, cultura, gênero, território, economia criativa e sociedade. 🎙️ Bom Dia Obvius Podcast de encontros que exploram a pluralidade das experiências femininas com curiosidade e cuidado. A cada episódio, temas como autoestima, bem‑estar, relações e autocuidado são discutidos em diálogos que inspiram reflexão e presença no cotidiano. 📚 FORMAÇÕES Cursos, oficinas e programas de capacitação que ampliam repertório, dialogam com trajetórias profissionais e podem ser complementares à formação acadêmica. Oportunidades para fortalecer currículos, desenvolver competências e explorar novas perspectivas na carreira. Programa de Capacitação em Direitos Humanos 👩‍🎓 Área de Formação: Cidadania e Participação ⏱️ Duração: 30 horas 𝌭 Modelo: Formação a Distância (síncrona) 🔗 https://www.ina.pt/blog/formacoes-posts/programa-de-capacitacao-em-direitos-humanos-para-a-ap/ Grupos de Estudos ProGirls | Estudos de Back-End e Fundamentos de Dados 📅 Início: primeira semana de março 🗓 Dias: Terças e Quintas 💻 Back-End: 16h às 18h 📊 Dados: 19h às 21h 📅 Inscrições abertas até 25/02 🔗 https:// docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfCUaJsOdXFJJj7LnmGGYsWNZYombR5lD-G_3I0b8h1bj4AYQ/viewform?fbzx=7823398939831105146 Cursos Cruzando Histórias Impulsione EAD Nosso curso, online e grátis, te ajuda a:  Definir seus objetivos de carreira Criar seu currículo Atualizar seu LinkedIn®  Se preparar para processos seletivos Construir sua marca pessoal Se aproximar de vagas e oportunidades Curso de Soft Skills para Mulheres Faça uma imersão em habilidades que facilitam TODAS as áreas do seu dia a dia. Aulas rápidas e efetivas, feitas pela equipe da Potência 4.0, liderada pela CEO, Christiane D'Angelo, psicopedagoga clínica, mentora e escritora. Faça parte do Banco de Talentos CH no Vagas.com Acesso prioritário a oportunidades e iniciativas voltadas à empregabilidade feminina. Gratuito e exclusivo para mulheres da nossa comunidade. Orientação de Carreira em São Paulo A Casa CH é um espaço de acolhimento e empoderamento para mulheres em situação de desemprego. Você pode receber sua orientação de carreira personalizada, de segunda e quarta-feira das 10h às 16h - Rua Barão de Itapetininga, 255, conjunto 209 - República, São Paulo . Atendimento via WhatsApp Cruzando Histórias (11) 91013-3337 Compartilhe essas oportunidades com uma amiga ou mulher que você conhece encaminhando essa mensagem. Vamos juntas em busca do SIM! 👭💖 Siga o nosso Instagram @cruzandohistorias Acompanhe o nosso LinkedIn @cruzandohistorias Não nos responsabilizamos pelas informações de cada vaga e/ou processo seletivo.

  • Quando a competência é questionada pelo gênero

    O que o caso de Daiane Muniz revela sobre nossos ambientes de trabalho Os ataques machistas direcionados à árbitra Daiane Muniz  no último sábado, 21 de fevereiro, ao fim da partida entre Red Bull Bragantino e São Paulo, quando o jogador Gustavo Marques proferiu críticas e ofensas após o jogo, não fazem parte de um episódio isolado nem restrito ao universo do esporte. Eles escancaram uma realidade estrutural que atravessa diferentes setores da sociedade — inclusive no ambiente corporativo. Mulheres seguem sendo questionadas, deslegitimadas e expostas a constrangimentos simplesmente por ocuparem espaços de decisão e liderança. Quando uma profissional reconhecida por sua competência técnica  é alvo de comentários que nada têm a ver com sua atuação, o recado é claro: ainda há quem tente reduzir mulheres ao gênero, e não à sua capacidade. O problema não está apenas na fala individual, mas na cultura que naturaliza esse tipo de comportamento. Para as organizações, esse caso traz uma reflexão urgente: estamos preparados para prevenir e enfrentar a violência de gênero no trabalho? Existem protocolos claros, canais seguros e lideranças capacitadas para agir com responsabilidade?  Diversidade e inclusão não podem ser apenas compromissos declarados, precisam se traduzir em práticas consistentes. Combater a violência de gênero é uma responsabilidade coletiva. Exige posicionamento, educação contínua e ações concretas que promovam ambientes seguros e respeitosos. Não se trata apenas de reputação institucional, mas de ética, sustentabilidade e futuro. A Cruzando Histórias reafirma seu compromisso com a construção de espaços profissionais mais conscientes, saudáveis e responsáveis para as mulheres. Competência nunca deve ser medida pelo gênero e respeito não é opcional. Conheça nossos serviços  e descubra como podemos colaborar no enfrentamento à violência de gênero na sua empresa.

  • Combate à importunação sexual contra mulheres abre desfile na Sapucaí

    Iniciativa da Secretaria de Políticas para Mulheres e Cuidados do Rio de Janeiro cruzou a Avenida nesta terça (17) Foto: Victor Curi — Thaís dos Santos (Diretora de Comunicação, Diversidade Equidade e Inclusão e Sustentabilidade da Divisão de Grande Público do Grupo L’Oréal), Joyce Trindade (secretária de Políticas da Mulher do Rio de Janeiro), Bia Diniz (fundadora e diretora da ONG Cruzando Histórias) Matéria na Veja Rio por Otavio Furtado , jornalista e consultor de diversidade & inclusão, sobre o StandUp de L'Oréal Paris com a Cruzando Histórias (Bia Diniz) no carnaval 2026 no Rio de Janeiro Leia na integra em : https://vejario.abril.com.br/coluna/otavio-furtado/combate-importunacao-sexual-mulheres-sapucai/

  • Eu só quero é ser feliz: um guia de proteção contra o assédio para as mulheres (e mães!) no Carnaval

    🎵 Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente… em todo e qualquer lugar! Começamos este post nos embalos de Cidinho e Doca , direto dos anos 2000, para trazer um assunto que persiste, infelizmente, tanto quanto o sucesso desse refrão: o assédio no Carnaval . Mas precisamos fazer um ajuste na letra: queremos andar tranquilamente em qualquer lugar, inclusive no meio da multidão, na frente do trio, com roupas curtas ou com nossos filhos no bloco. Entre o glitter (eterno) e a hipervigilância É consenso entre quase todas nós: o Carnaval é sinônimo de festa, diversão e aquela energia que só a gente tem. Mas, para nós, mulheres, essa festa nunca é cem por cento descompromissada. Enquanto deveríamos nos preocupar apenas em escolher o look da vez, estamos ativando um radar de segurança que nunca desliga: “Será que essa roupa é demais? Esse bloquinho é seguro? Como eu volto para casa?”. Os números não mentem: um estudo recente realizado pelos institutos Locomotiva e QuestionPro mostrou que  sete em cada 10 mulheres brasileiras têm medo de sofrer assédio no Carnaval . Isso significa que a maioria de nós já sai de casa com o alerta ligado. O que deveria ser um momento de relaxamento e liberdade acaba se tornando um exercício exaustivo de hipervigilância. Nós observamos os olhares, calculamos as distâncias e avaliamos cada aproximação, muitas vezes sem nem perceber. O assédio nos rouba a segurança e a paz de estarmos inteiras na folia. Medo do presente ou memória do passado? Olhar para as estatísticas dos últimos anos é como sentir um déjà vu . A mesma pesquisa revela  que 47% das brasileiras  afirmam já ter sido vítimas de assédio em carnavais passados. É um cenário tão evidente que 86% das pessoas  reconhecem que o assédio continua sendo uma realidade presente na nossa festa. Mesmo com esse cenário alarmante, muitas de nós ainda hesitam em denunciar por medo de não sermos acreditadas ou de ouvir que o desrespeito "faz parte da festa". Mas, vamos lá: o que faz parte da festa é o respeito e o consentimento, o resto é  crime . Como nos proteger? Sabemos que a responsabilidade de não assediar é exclusiva do agressor. O erro nunca será da sua roupa ou da sua liberdade de ser. Mas, enquanto o mundo ainda não aprendeu a nos respeitar, nós criamos nossas próprias formas de proteção. Dito isso, veja como fortalecer sua segurança e a das mulheres ao seu redor neste Carnaval: Olhe para o lado:  Se notar uma mulher em situação de desconforto, não ignore . Use a tática da distração: chegue perto, peça uma informação ou finja que a conhece: “ Oi, amiga! Que bom que te achei! ”. Isso quebra o ritmo do agressor sem necessariamente gerar um conflito direto. Mas lembre-se: se a situação escalar e você se sentir segura para isso, confronte e chame a atenção do entorno. O "Não" pode ser seco:  Exercite o "não" seco, sem justificativa e sem desculpa. Não aceite o toque indesejado nem a conversa forçada. Se a insistência continuar e você sentir que não consegue lidar sozinha, busque imediatamente o olhar de outra mulher, peça ajuda. De olho no seu copo: Nunca aceite bebidas, gelo ou água de estranhos. Se você perdeu seu copo de vista por um segundo que seja, não beba mais. Prefira garrafas e mantenha-as fechadas! Mande a localização:  Antes de sair, compartilhe sua localização em tempo real com uma pessoa de confiança. Se você mudar de trajeto ou decidir ir embora, avise. Denuncie:  Ao chegar no bloco, identifique onde estão os postos policiais ou as tendas de acolhimento. Salve os números 180 e o 190 nos favoritos da sua agenda. Se sofrer ou presenciar assédio, ligue e denuncie. Mulheres mães, acharam que não íamos falar de vocês hoje, né? Para muitas mães, o Carnaval representa uma rara oportunidade de reconectar-se com sua individualidade, extravasar e desfrutar de momentos de lazer. No entanto, a experiência da maternidade adiciona camadas de vulnerabilidade e julgamento que precisam ser discutidas. Antes mesmo de colocar o pé na rua, muitas mães que decidem curtir o Carnaval já enfrentam o famoso e repetido julgamento. “ Ué, mas onde está seu filho? ”. Essa pergunta aparece disfarçada de preocupação, mas a gente sabe que, no fundo, é uma forma de controle e constrangimento. É curioso, né? Essa indagação raramente é feita aos genitores. Ela carrega aquela mensagem invisível de que a mãe que busca diversão está, de alguma forma, falhando. Mas mulher, lembre-se: ser mãe não anula o seu direito de se divertir, exercer sua individualidade e de ocupar a rua. Além disso, para as mães que levam os filhos para a festa, existe a dupla vulnerabilidade : agressores que se aproveitam do momento em que a mãe está distraída cuidando da criança (limpando um suor, dando água ou ajeitando a fantasia) para invadir seu espaço. Nesses casos, siga as dicas dadas lá em cima e não hesite em pedir ajuda para a mulher mais próxima. E falando em proteção, a segurança do seu filho também é a sua . Por isso: Pulseira de identificação sempre:  Com nome da criança, seu nome e seu telefone. Foto do dia:  Assim que chegar no bloco, tire uma foto do seu filho. Se acontecer qualquer desencontro, você tem a imagem exata da roupa e do rosto dele para mostrar aos seguranças ou no som do trio. Ponto de encontro:  Se a criança for maiorzinha, aponte um lugar fixo (como uma tenda de saúde ou posto policial) e combine. Oriente:  Ensine seu filho que, se ele se perder, deve procurar outra mãe  ou um policial. 💡Dica de Ouro:  Se puder, vá com outras mães ou amigos. Quando formamos nosso próprio "bloquinho", ficamos muito menos expostas. Blocos para Mães e Famílias Se você preferir, procure os blocos que já nasceram com foco no acolhimento. Eles costumam sair mais cedo, o som é mais tranquilo e acontece aquela rede de proteção natural. 15 de Fevereiro  (Vila Mariana, SP): Bloquinho dos pequenos Joaquins  — das 09h às 14h. 16 de Fevereiro:  (Catete, RJ) Largo do Machadinho, Mas Não Largo do Suquinho – 09h. 17 de Fevereiro  (Perus, SP): Bloco Turminha do Bem  — das 16h às 18h. Celebre do seu jeito! Seja qual for a sua escolha para os próximos dias, o importante é que ela seja sua. Se você vai para o Carnaval, prepare a sua melhor roupa e curte muito cada segundo! Se você for ficar em casa descansando, aproveite e reponha as energias como você merece. E para você, mulher trabalhadora, que está aproveitando a folia para garantir aquela renda extra: desejamos que seu trabalho seja respeitado e que você sinta que essa festa também te pertence, mesmo no meio da correria. Funcionamento da CH no Carnaval Para que nossa equipe também possa descansar e recarregar as energias, teremos uma pausa em nossos atendimentos presenciais e administrativos: Não teremos expediente de segunda (16/02) a quarta-feira de cinzas (18/02) . Nossas atividades voltam ao normal na quinta-feira (19) , de forma remota. E por aí, como vai ser a sua folia? Responde aqui na nossa enquete: Conta para nós nos comentários se tiver uma dica extra ou um bloquinho legal que você conhece. 🤎 Até logo!

  • Alesp Cidadania apresenta o Projeto Cruzando Histórias

    Bia Diniz e Jéssica Sano no programa Alesp Cidadania Matéria exibida no programa Alesp Cidadania da Rede Alesp em 22 de março de 2024 . Assista a matéria: O Programa Alesp Cidadania , realizado nos estúdios da Rede Alesp , tem o objetivo de destacar as atividades promovidas por entidades do Terceiro Setor. Nosso bate-papo é com personalidades que empenham um papel fundamental na promoção de políticas públicas para população do estado de São Paulo. Nesta edição, vamos falar da Cruzando Histórias.

  • Podcast Falando e Fazendo: Cruzando Histórias, a força da trajetória no Terceiro Setor

    Você já sentiu que sua carreira precisava de um propósito maior? No episódio de hoje do podcast Falando e Fazendo , recebemos a Bia , a mente por trás da Cruzando Histórias , que está celebrando 9 anos de transformação social. Bia compartilha como deixou a estabilidade de um concurso público para empreender no terceiro setor, movida por uma conversa emocionante com seu filho ainda bebê e por um estalo de empatia ao ver a história de uma mulher desempregada na TV. Neste episódio, você vai descobrir: A virada de chave: como a maternidade e a insatisfação no setor público impulsionaram a busca por sentido. O poder das histórias: de uma página no Facebook que viralizou em três dias até se tornar a melhor ONG de inclusão produtiva do Brasil . Educação e Empatia: o que são as "escutadoras" e como a escuta empática é a ferramenta central para resgatar a autoestima profissional de mulheres. Resiliência: o segredo para passar por 13 acelerações e construir uma rede de apoio que sustenta o impacto social. Bia Diniz no podcast Falando e Fazendo. " Minha história tem valor " Não é apenas uma frase em uma camiseta, é a missão de vida da Bia para garantir que nenhuma mulher se sinta invisível no mercado de trabalho. Podcast publicado originalmente em https://youtu.be/3uRP7y41a0E no no dia 16 de fevereiro de 2026 .

  • Boletim CH | Nota 10 no quesito Carreira: Confira o abre-alas de vagas da semana.

    Olá, mulher! 🌻 Toda quarta-feira, a Cruzando Histórias compartilha com exclusividade para sua rede uma curadoria de cursos, vagas de trabalho e eventos gratuitos. São oportunidades que fortalecem jornadas profissionais, ampliam horizontes e impulsionam a empregabilidade e o empreendedorismo feminino, dentro e fora da nossa comunidade. ⬇️ Confira o que separamos para você nesta semana. 💼 OPORTUNIDADES DE TRABALHO Vagas de emprego, estágios e contratos (CLT, PJ ou temporários), em formatos presencial, híbrido ou remoto, que fortalecem trajetórias profissionais e ampliam o acesso ao mercado de trabalho pelo país. Assistente de Comunicação 📅 Inscrições até: 20 de fevereiro de 2026 📍 Local: Paraíso, São Paulo - SP Analista de Relações Institucionais 📌 Regime: CLT 📍 Local: Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SP 📆 Início previsto: março/2026 📅 Inscrições até: 13/02 Fundação Energia e Saneamento | Vagas Abertas 📅 Inscrições até: 19/02/2026 📍 Região: Estado de São Paulo 📧 Dúvidas: recursoshumanos@energiaesaneamento.org.br Oportunidades disponíveis: Analista de Documentação e Acervos (2 vagas) Analista de Formação Cultural Analista de Patrimônio Cultural (4 vagas) Analista de Produção Cultural Analista Jr. de Comunicação e Mídias Sociais Assistente Técnico Cultural (3 vagas) Coordenador Administrativo e Financeiro Coordenador de Gestão e TI Coordenador Técnico de Comunicação e Desenvolvimento Institucional Coordenador Técnico de Gestão do Patrimônio Cultural Trancista e Alonguista 📌 Contratação: PJ / MEI (comissionado) 📍 Local: Zona Leste – SP 📧 Currículos: rhpretabrasileira@gmail.com 📱 Contato: (11) 99199-1637 Área Administrativa | Segmento de Mobilidade 📌 Modelo: Híbrido 📍 Exclusiva para residentes em Belo Horizonte (BH) 📄 Contrato temporário, com possibilidade de efetivação Padaria na Fila do Pão | Vagas Abertas 📆 Início previsto: março 📍 Local: Consolação, São Paulo - SP 📧 Envie currículo + vaga desejada para: adm@padarianafiladopao.com Oportunidades disponíveis: Chapeiros (2 vagas) Serviços Gerais — Horista (6h) Barista (2 vagas) Atendente Vendedor (2 vagas) Pieiro (1 vaga) 💜 Vagas afirmativas: mães, pessoas trans e pessoas 50+ Grupo NRX | Analista de RH 📌 Modelo: Remoto 📍 Região: Nordeste 📧 Currículos: talentos@gruponrx.com.br Assistente Administrativo | Gula Gula 📍 Localidade: Jardim Botânico — Rio de Janeiro (RJ) 🕒 Jornada: Segunda a sexta, das 8h às 18h 📧 Currículos: vagasrj@gulagula.com.br Banco de Talentos KOMUH | Diversas Áreas 📍 Região: Belo Horizonte - MG Oportunidades disponíveis: Administrativa / Financeira Atendimento Business Intelligence (BI) Comercial Conteúdo e Comunidades Criação (Direção de Arte / Redação) Desenvolvimento e Infraestrutura Gente & Cultura Mídia & Performance Operações e Processos Planejamento Estratégico / Pesquisas / Tendências Revisão Textual RTVC — Produção Eletrônica e Gráfica Transformação Digital / UX/UI Videomaker / Edição de Vídeo Programa Jovem Monitor/a Cultural (PJMC) 📍 Localidade: Cidade de São Paulo Oportunidades disponíveis: Agente de Formação Designer e Videomaker Analista de Comunicação Produtor/a Cultural Psicóloga 📅 EVENTOS #CARNAVALSEGURO Encontros, palestras, seminários, mostras, rodas de conversa e atividades abertas (presenciais ou online) que promovem troca de experiências, articulação em rede, circulação de conhecimento e também momentos de lazer, celebração e fruição cultural, especialmente em diálogo com o Carnaval. Bloco do Zattrevidos 📅 14/02 📍 Vila Zat – São Paulo (SP) Bloco de rua gratuito com clima festivo e repertório popular, perfeito para curtir durante a tarde com família. Só pra ter o que fazer 📅 14/02 📍 Parque Peruche – São Paulo (SP) Evento em espaço aberto, com ambiente acolhedor e foco em convivência cultural durante o Carnaval de dia. Bloco dos Sueltos 📅 14/02 📍 Tatuapé – São Paulo (SP) Bloco tradicional de rua, com repertório animado e circulação livre pela vizinhança, perfeito para diversão em família. Bloco Amorikids 📅 14/02 📍 Vila Mariana – São Paulo (SP) Bloco pensado para ser acessível e amigável para crianças e famílias, com ambiente diurno e repertório leve. 💡INFORMAÇÃO E ENTRETERIMENTO Artigos, reportagens, pesquisas, editais, relatórios, além de filmes, documentários, séries, podcasts e programas que ampliam repertório, estimulam reflexão crítica e provocam diálogos sobre trabalho, cultura, gênero, território, economia criativa e sociedade. 🎙️ Louva Deusa Podcast que propõe conversas potentes sobre feminino, espiritualidade, cultura e identidade, a partir de narrativas acessíveis e acolhedoras. Uma escuta que convida à reflexão e ao autocuidado. 📚 Leituras feministas (fáceis de ler) Sejamos Todos Feministas | Chimamanda Ngozi Adichie Um ensaio curto, direto e acessível, ideal para quem quer se aproximar do feminismo a partir de exemplos cotidianos e linguagem clara. Feminismo em Comum | Márcia Tiburi Livro introdutório que apresenta conceitos fundamentais do feminismo de forma didática, conectando política, cultura e vida cotidiana. Faça parte do Banco de Talentos CH no Vagas.com Acesso prioritário a oportunidades e iniciativas voltadas à empregabilidade feminina. Gratuito e exclusivo para mulheres da nossa comunidade. ⏭️ Orientação de Carreira em São Paulo A Casa CH é um espaço de acolhimento e empoderamento para mulheres em situação de desemprego. Você pode receber sua orientação de carreira personalizada, de segunda e quarta-feira das 10h às 16h - Rua Barão de Itapetininga, 255, conjunto 209 - República, São Paulo. 📲 Atendimento via WhatsApp Cruzando Histórias (11) 91013-3337 Compartilhe essas oportunidades com uma amiga ou mulher que você conhece encaminhando essa mensagem. Vamos juntas em busca do SIM! 👭💖 Siga o nosso Instagram @cruzandohistorias Acompanhe o nosso LinkedIn @cruzandohistorias Não nos responsabilizamos pelas informações de cada vaga e/ou processo seletivo.

  • Pacto pelo Fim do Feminicídio: Qual é o Papel das Empresas na Autonomia Financeira das Mulheres?

    O Brasil ocupa posições alarmantes nos rankings globais de violência contra a mulher. Nesse cenário, o Pacto Nacional pelo Fim do Feminicídio , lançado na última quarta-feira (4), surge como um movimento inédito dos três poderes para articular e colocar em prática, de forma estruturada, o objetivo de mudar as estatísticas de violência de gênero no país. O que é o Pacto Nacional pelo Fim do Feminicídio? Instituído como uma resposta urgente ao agravamento dos indicadores de violência de gênero, o Pacto representa uma articulação sem precedentes entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e seu objetivo é estabelecer uma rede de proteção mais integrada através das políticas públicas. A estratégia está organizada em três eixos principais: Prevenção Primária: Voltada à  transformação cultural  para erradicar estereótipos de gênero e misoginia. Prevenção Secundária: Foca em i dentificar e intervir rapidamente em situações de risco já existentes , como ameaças ou agressões iniciais, utilizando o monitoramento e o acolhimento para interromper o ciclo de abuso antes que ele evolua para um crime fatal. Prevenção Terciária: Dedicada à oferecer suporte para a mulher que já sofreu violência , garantindo que ela tenha meios para reconstruir sua vida e não precise retornar ao ambiente de risco. Na prática, isso significa garantir saúde, justiça e, principalmente, a autonomia financeira . 2025: Um Marco de Urgência Nacional O ano de 2025 registrou a marca trágica de 1.470 feminicídios, o maior índice da história do país, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Esse dado evidenciou que os mecanismos de proteção isolados já não são suficientes para conter a violência de gênero.  A segurança da mulher envolve múltiplos fatores de vulnerabilidade,  e a ausência de autonomia financeira  é um dos seus pontos mais críticos. Sem renda, muitas mulheres continuam expostas ao ciclo de violências. A falta de uma ocupação profissional cria uma dependência financeira para necessidades básicas e, muitas vezes, para o sustento dos filhos.  Mas os impactos vão além do aspecto econômico. A situação de desemprego também impõe um isolamento silencioso . O ambiente de trabalho costuma ser a principal rede de apoio externa de uma mulher, é onde uma colega atenta pode perceber sinais de abuso e oferecer ajuda. Quando esse vínculo profissional não existe, a mulher perde também sua conexão com o mundo fora do controle do agressor. Por isso, garantir o acesso ao trabalho é abrir uma porta para que uma mulher recupere sua identidade, sua segurança e, acima de tudo, sua liberdade. Como sua empresa pode fazer parte dessa mudança? O setor corporativo é porta de entrada para a autonomia financeira acontecer na prática e a Cruzando Histórias é a ponte para esse movimento. Somos uma organização social dedicada a acolher, desenvolver e orientar mulheres em situação de desemprego. Com 9 anos de estrada e mais de 30 mil mulheres atendidas, desenvolvemos metodologias próprias reconhecidas (como o EscutAção) que acolhe mulheres para retomarem suas carreiras com confiança. Conheça mais sobre o nosso trabalho: Contratações Afirmativas: Apoiamos sua empresa desde a divulgação até o processo seletivo de vagas afirmativas. Conecte sua organização a novas histórias! Voluntariado Corporativo :  A Cruzando Histórias impulsiona sua empresa na construção de projetos de impacto social para mulheres, e desenvolve seus colaboradores através do voluntariado. Workshops e Palestras : Caminhamos com organizações na construção de ambientes mais inclusivos, seguros e preparados para lidar com temas como equidade e prevenção ao assédio. Ao ser uma empresa parceira da Cruzando Histórias, sua organização investe em um país onde o trabalho é a base da segurança e do recomeço para milhares de mulheres. O combate à violência de gênero é uma responsabilidade coletiva. Vamos abrir essa porta juntos?

  • Botafogo e Corinthians se unem contra o feminicídio

    Em um movimento inédito no futebol brasileiro, Botafogo e Corinthians unem forças para chamar atenção para a violência contra a mulher. Em um movimento inédito no futebol brasileiro, Botafogo e Corinthians unem forças para chamar atenção para a violência contra a mulher. Após campanhas individuais de grande repercussão nacional - " Números Quebrados " e " Quem Matou? " - os clubes somam narrativas em uma ação conjunta que acontece no jogo deste domingo (30), na Neo Química Arena. As camisas usadas pelos jogadores trazem duas intervenções: os números nas costas foram redesenhados a partir de radiografias reais de mulheres vítimas de agressão, retomando a estética de "Números Quebrados"; já na barra frontal, os uniformes exibem a pergunta "Quem matou?", acompanhada dos nomes de mais de 40 mulheres mortas em casos de feminicídio. A união visual simboliza a continuidade da violência que, muitas vezes, começa com agressões físicas - e termina em morte. Os clubes destacam que, no Brasil, uma mulher é agredida a cada dois minutos e que, em dias de jogos, esse número cresce 26% . O país também ocupa a quinta posição mundial em feminicídios; somente em 2024, 1.492 mulheres foram mortas - média de quatro por dia. Para Paula Young , head de ativações do Botafogo e líder do projeto Hora Delas , a união entre os clubes reforça a responsabilidade que o futebol pode assumir no enfrentamento à violência. " Quando dois rivais históricos ocupam o mesmo lado, a mensagem ganha outra dimensão, evidenciando que o futebol pode - e deve - assumir seu papel social diante de uma violência que afeta milhões de brasileiras ," compartilhou. A fundadora da ONG Cruzando Histórias , Bia Diniz , parceira da ação, afirma que a visibilidade esportiva é capaz de impulsionar debates urgentes. " O futebol mobiliza emoções e multidões, e quando essa força é usada para proteger mulheres, abrimos espaço para conversas necessárias sobre prevenção, acolhimento e mudança cultural ," afirmou Bia Diniz . Bia Diniz na Neo Química Arena em 30/11/2025. Foto por Carol Soares. Antes do jogo, a Neo Química Arena receberá, pela primeira vez, um treinamento oficial de combate ao assédio , destinado aos torcedores, além dos colaboradores e equipes que atuam no estádio. O estádio também passa a contar, a partir deste domingo (30), com duas salas de acolhimento a vítimas de qualquer tipo de assédio ou ato discriminatório. " A parceria com o Botafogo para um tema tão importante é motivo de orgulho para nós. A união dos dois clubes, sem dúvida, potencializa o combate à violência contra a mulher. A bandeira contra o feminicídio, aliás, é recorrente aqui no Corinthians. Diria que até prioritária. Os índices são alarmantes e temos trabalhado pensando nas mulheres que fazem parte do nosso ecossistema, como atletas, colaboradoras e torcedoras, de forma a não normalizar qualquer violência contra a mulher e também divulgar todas os lugares onde buscar ajuda, " comentou Sônia Andrade , Gerente de Responsabilidade Social do Corinthians. " O Corinthians trabalha o ano inteiro com ações voltadas ao combate da violência contra a mulher. Lembro que as campanhas de Dia das Mulheres e Dia das Mães deram luz à instituições que atendem mulheres que sofreram violência e passam por algum processo de reabilitação. A ação com o Botafogo encerra o ano com chave de ouro neste sentido ," completou. O Botafogo já realiza o treinamento em seus jogos no Nilton Santos. Ao final da partida, parte das camisas usadas pelos atletas dos dois clubes serão leiloadas, com renda destinada a projetos de apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade. Paula Young ressalta que " toda ação que gera impacto deve se converter em benefício direto para quem enfrenta essa violência todos os dias ", reforçando a continuidade do compromisso iniciado pela SAF Botafogo com " Números Quebrados ". A articulação entre Botafogo e Corinthians pretende ainda chamar atenção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que o treinamento antiassédio seja incorporado como protocolo oficial em todos os estádios da Série A a partir de 2026. Bia Diniz na Neo Química Arena em 30/11/2025. Foto por Carol Soares. Em um país onde as agressões aumentam justamente em dias de jogo, os clubes defendem que o futebol assuma um papel ativo e permanente na proteção das mulheres. A união marca um momento simbólico no esporte brasileiro: um clássico em que a rivalidade deu lugar a uma causa em comum - e em que o campo se tornou palco de um manifesto que ultrapassa o esporte e coloca a vida das mulheres no centro da pauta nacional. 🔗 Fonte: Matéria publicada no dia 28 de novembro de 2025 em https://www.botafogo.com.br/noticias/botafogo-e-corinthians-se-unem-contra-o-feminicidio ➕ Saiba mais Treinamentos gratuitos de combate ao assédio e violência para você ou sua organização : Stand Up - Combate ao assédio Abuso não é amor

bottom of page