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Saiba quais são os nove tipos de 'red flags' em relacionamentos amorosos

Atualizado: 2 de abr.

Fundadora da ONG Cruzando Histórias, Bia Diniz explica como comportamentos comuns podem esconder violências e alerta para a importância da educação emocional nas relações.


1 em cada 3 mulheres no mundo sofre violência física e/ou sexual.
1 em cada 3 mulheres no mundo sofre violência física e/ou sexual, principalmente nas mãos de um parceiro íntimo. Fonte: OMS

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de uma em cada três mulheres no mundo já sofreu violência física e/ou sexual praticada por um parceiro íntimo. No Brasil, os números também preocupam: mais de 29 milhões de pessoas relatam ter vivenciado algum tipo de violência, sendo que 52,4% das agressões contra mulheres são cometidas por companheiros ou pessoas com quem mantêm uma relação afetiva.


Abuso não é amor
Abuso não é amor

Para combater essa realidade, Bia Diniz, à frente da ONG Cruzando Histórias — organização dedicada à promoção de educação, conscientização e apoio a pessoas em situação de violência de gênero —, ajudou a viabilizar e multiplicar o conhecimento sobre nove comportamentos que parecem inofensivos, mas que carregam grande potencial de escalonamento da violência contra a mulher e de feminicídios, mapeados pelo programa global "Abuso não é amor", de Yves Saint Laurent Beauty.


“Os sinais acontecem muito na sutileza e são disfarçados de cuidado, de amor. ‘Eu faço isso porque te amo’. É aí onde mora o perigo”, afirma.

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