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Como reagir ao assédio sexual: treinamento ensina 5 passos e alerta para omissão coletiva

Projeto Stand Up treina homens e mulheres para lidarem com situações de assédio ou importunação sexual em locais públicos.


O assédio e a importunação sexual fazem parte da realidade de muitas mulheres desde cedo e, muitas vezes, o que mais marca não é só a violência em si, mas o silêncio de quem está ao redor.


Na reportagem publicada pela revista Marie Claire, a fotógrafa Caroline Soares relembra um episódio vivido no metrô de São Paulo e o impacto da falta de reação das pessoas.


“Fiquei em choque. Reagi empurrando o homem, mas o que mais me marcou foi a ausência de reação das pessoas ao redor. Depois vieram sentimentos de culpa e nojo”, conta.

Caroline Soares, mulher negra de cabelos longos, com uma paisagem ao fundo de um lago cheio de barcos.
Caroline Soares faz parte do time da Cruzando Histórias e compartilhou seu relato com a revista Marie Claire.

Dados recentes mostram que sete em cada dez mulheres já sofreram algum tipo de assédio, principalmente em espaços públicos.


A matéria também apresenta o nosso projeto StandUp, que ensina estratégias simples e eficazes para lidar com essas situações por meio da metodologia dos “5 Ds”. A proposta é encorajar não só vítimas, mas também quem presencia a agir de forma segura e acolhedora.


“Se a mulher está se sentindo constrangida, triste, envergonhada, com medo ou com nojo, então é assédio ou importunação”, explica Bia Diniz.

Quer entender melhor como funcionam essas estratégias e por que a omissão ainda é tão comum? Leia a reportagem completa aqui.

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