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  • "Bom vendedor nunca fica sem trabalho", diz Marilsa Freitas em palestra na CH

    Será que mulheres vendem? Foi a partir desse questionamento que convidamos Marilsa Freitas, Gerente de Parcerias e Novos Negócios na Infosw Tecnologia, e mentora em vendas, para uma palestra virtual especial sobre a temática. O encontro aconteceu no dia 27 de junho e reuniu 30 mulheres em uma palestra que durou pouco mais de uma hora e meia. Marilsa começou desconstruindo crenças limitantes que a maioria das mulheres têm quando pensam em vender. "Não sou capaz", "não sei fazer", "não tenho tempo" são algumas das mais lembradas. Ao que ela rebate com uma simples verdade: "mulheres sempre venderam. O problema é que muitas de nós vendemos na informalidade, sem ter dados para comprovar, sem registros". Um bom vendedor nunca fica sem trabalho. Ele encontra as oportunidades e elas o encontram. - Marilsa Freitas Quando falamos em vendas, logo imaginamos alguém que vai de porta em porta oferecer um produto ou que trabalha em uma loja. Porém, a verdade é que todos somos vendedores de alguma maneira. Vendemos nossos serviços, conhecimentos, habilidades. E, para vender algo, é necessário saber vender a si mesmo antes. Ao longo da palestra, além de trazer sugestões sobre como é possível desenvolver suas habilidades em vendas, Marilsa também deu dicas de como trabalhar mais a imagem pessoal e a autoconfiança enquanto acompanhava os questionamentos trazidos pelas participantes por meio do chat. Com exemplos vindos de sua própria experiência, ela ressaltou ainda a importância de se manter atualizada, fazendo cursos e especializações de acordo com a área desejada. "Vendas é um campo muito amplo, não à toa existem cursos do ensino superior especializados nisso", comentou. Ao final, todas as participantes foram convidadas a avaliar o evento. Quem preenchesse a avaliação receberia um e-book com conteúdo exclusivo elaborado especialmente por Marilsa sobre o tema.

  • Marsha P. Johnson, a revolta de Stonewall e a luta por direitos LGBTQIAP+

    Dia 28 de junho celebramos o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAP+. Você sabe por que essa data foi escolhida? Ainda que a luta por direitos LGBTQIAP+ já existisse muito antes, a madrugada de 28 de junho de 1969 está marcada como um ponto de virada para a causa. No dia em questão, um grupo de policiais de Nova York entrou no bar Stonewall Inn para uma batida, abordando quem o frequentava com violência, algo frequente de ser visto na região. Isso porque o local era frequentado por gays, lésbicas, drag queens, trans e outras pessoas da comunidade LGBTQIAP+. Revoltados por conta das agressões constantes, o público reagiu, resistindo à prisão e jogando objetos contra os oficiais. Dentre essas pessoas estava Marsha P. Johnson, mulher negra, transgênero e ativista que viria a inspirar diversos outros atos contra a brutalidade imposta não só em Stonewall, mas às pessoas LGBTQIAP+ como um todo. Ficando conhecido como "a revolta de Stonewall", o ato impulsionou a luta por direitos, dando início ao movimento como o conhecemos hoje. Marsha p. johnson Nascida em agosto de 1945, no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos, Johnson mudou-se para Nova York sozinha aos 17 anos em busca de oportunidades. Enfrentando dificuldades, chegou a ficar em situação de rua, entrando na prostituição para sobreviver. Após os acontecimentos de Stonewall, onde se destacou como uma das lideranças, fundou a Gay Liberation Front (Frente de Libertação Gay, em tradução livre) visando expandir a luta pelos direitos LGBTQIAP+. Você nunca tem completamente seus direitos, individualmente, até que todos tenham. - Marsha P. Johnson Percebendo que era preciso um espaço destinado às necessidades de pessoas trans - causa pela qual lutou durante toda sua vida, inclusive apontando a falta de espaço dentro da própria comunidade -, criou a Street Trasvestite Action Revolutionaries (Revolucionários da Ação de Travestis nas Ruas, em tradução livre) junto a Sylvia Rivera, mulher trans porto-riquenha de quem se tornou muito próxima. Marsha chegou ainda a ser musa de Andy Warhol na série de ensaios fotográficos Ladies and Gentleman, em 1975. Tendo sido foi presa inúmeras vezes, Marsha também travou batalhas contra os efeitos que o preconceito e as diversas violências sofridas tiveram em sua saúde mental, sendo internada para tratamento psiquiátrico em diferentes momentos. Em 6 de julho de 1992, seu corpo foi encontrado no Rio Hudson. À época, a causa da morte foi dada como suícidio, hipótese questionada e rejeitada por amigos e ativistas, que alegam que Johnson foi vítima de ataque ou crime de ódio. de stonewall para o brasil de 2023 Apesar dos mais de 50 anos de distância entre a revolta de Stonewall e a atualidade, a luta de Marsha permanece extremamente atual. O Brasil amarga há 14 anos consecutivos o posto de país número um no mundo que mais mata pessoas trans e travestis, de acordo com a Antra (Associação Nacional de Travestis e Transgêneros). Somente em 2022, 131 pessoas foram mortas no país. As vítimas tinham, em sua maioria, entre 18 e 29 anos. Atualmente, a expectativa de vida de uma pessoa trans no Brasil, 35 anos. Se você quiser saber mais sobre Marsha e a revolta de Stonewall, a Netflix tem um documentário A Morte e a Vida de Marsha P. Johnson, de 2017, que retrata sua vida e luta. Confira o trailer abaixo:

  • Confira a lista de primeira chamada para as bolsas em cursos de Tecnologia

    Aqui na Cruzando Histórias, nós acreditamos no poder de transformação da educação e da tecnologia. Também sabemos que iniciar em uma nova área pode gerar receios. Por isso, em parceria com a RME, o Google e a Coursera, disponibilizamos 60 bolsas 100% gratuitas em três cursos na área tecnológica. As oportunidades, oferecidas exclusivamente para mulheres atendidas pela Cruzando Histórias, foram divididas em: •20 bolsas para o curso Design de UX do Google - Nível iniciante •20 bolsas para o curso Análise de dados do Google - Nível iniciante •20 bolsas para o curso Suporte em TI do Google - Nível iniciante Para se inscrever, era necessário atender aos seguintes critérios: se identificar como mulher, saber informática mínimo intermediária, ter interesse pelas áreas do curso, ter perfil autodidata (pessoa que aprende sozinha), ter computador com acesso à internet e se comprometer com o curso online por 3 meses. Na seleção, além dos fatores citados, foram priorizadas mulheres negras, mães e em situação de desemprego. No total, foram 101 inscritas e 60 selecionadas, sendo 20 para cada modalidade. Essa é a primeira chamado, em caso de desistência entraremos em contato com os nomes da lisa de espera. Fiquem de olho no e-mail! Selecionadas - curso de Análise de dados do Google Cristina Mendes Serra Dnair de Castro Nkongolo Elizabete Nascimento Giselle Gomes Ilma Almeida dos Anjos Haquin Juliana Lopes Karina Andrade Karla Bernardo Michele Cristina Hernandes Gomes Miriam Alves Mylena Ramos Nayara Arantes Mendonça Noélia Dias Barbosa Raimunda Pinho Richeily Lara Rosângela Dias Sara Botelho Freire Tamara Prussak de Sousa Victoria Nespoli Termignoni Yasmin Amaral de Oliveira Selecionadas - Curso Design de UX do Google Andrea Saluceste de Oliveira Andreia Medina de Oliveira Anna Paula Vivolo Ashley Vitoria Pereira Beatriz Oliveira Beatriz Prates Camila Nakamashi Carolina de Brito Elisabete Cruz Pereira Jaciara Tomaz Vieira Jacquelyne Dal Bello Kesley Santana Lia Carlos Farias Mafiza Lima Mariani Marcuz Patrícia Rodrigues Quesada Rafaella De Godois Mallmann Simone Boratino Vanessa de Queiroz Mota dos Santos Vânia Rodrigues Selecionadas - Suporte em TI do Google Adriana Dias Adriana Linhares Aline Marino Ura Ana Paula Barbosa dos Santos Fonseca Andrea Priscilla Veris dos Santos Arianne Carvalho Barreto Betânia de Aquino Cintia da Silva Doris de Souza Mota Josineide Pereira Leite Monteiro Neide Lislei Pinto Luciana Gardenea de Freitas Myotin Luciana Salviano de Sá Soares Maiara Santos Maria Isabel Machado Souza Maria da Glória Gouveia Branco Filha Meire Andrade Samiris Leite Thays Sena da Mata Vanessa Pereira Parabéns, mulheres! Que seja uma grande oportunidade para a carreira de todas! As selecionadas serão comunicadas por e-mail e devem seguir as orientações enviadas nele. Lembrem-se de conferir a caixa de spam! Se o seu nome está na lista e você não localizou o e-mail, escreva para: contato@cruzandohistorias.org Ou envie uma mensagem para o nosso WhatsApp: (11) 91013-3337

  • "Pedir ajuda é um ato de amor próprio", explica Jéssica Sano em roda de conversa

    Quem disse que para falar de amor é preciso falar de relacionamentos românticos? Para provar que o amor vai muito além daquele que damos a outras pessoas, no dia 14 de junho realizamos uma roda de conversa na Casa CH com a psicóloga Jéssica Sano para falar sobre autoestima, amor próprio e relacionamentos. Durante a conversa, que durou pouco mais de uma hora e meia, as mulheres da roda puderam se apresentar e expressar o que entendiam como amor próprio e autoestima. Muitas compartilharam suas experiências pessoais e como sentem que a maneira que veem a si mesmas impacta também na sua vida profissional. Algumas mencionaram os obstáculos que encontram ao buscar uma recolocação, como o fato de serem mães ou terem mais de 40 anos. “Ou você é muito qualificada, ou não tem experiência, ou é a idade. Parece difícil demais. Nesse processo, eu me desconectei de mim”, comentou uma delas. Pedir ajuda é um ato de amor próprio. - Jéssica Sano A cada depoimento, Jéssica conduzia a conversa para um ponto de reflexão, questionando o que fez com que cada uma chegasse a esse tipo de pensamento e como é possível contorná-lo. Também foram abordados os relacionamentos, como entramos em cada um deles e como permitimos que as pessoas nos tratem. As mulheres falaram muito sobre limites, como entender quais são os seus e de que maneira é possível impor eles não apenas em relacionamentos amorosos, mas nas relações como um todo, inclusive de trabalho. “Podemos tentar prevenir entrar em relacionamentos que não nos façam bem ao termos mais consciência sobre nós, sobre a nossa autoestima, entendendo os nossos limites”, explicou Jéssica. As participantes ainda receberam exercícios para serem feitos em casa e conselhos de como exercitar a autoestima e o amor próprio em todas as relações. Após a conversa, todas foram convidadas a ficarem na Casa para tomar um café e se conhecerem um pouco mais.

  • Conheça quem faz parte do conselho fiscal da Cruzando Histórias

    Há pouco tempo, anunciamos as novas conselheiras consultivas da Cruzando Histórias: Daiany França, Kelly Batista e Adriana Chaves. Na ocasião, explicamos que o papel do conselho é oferecer suporte em relação a boas práticas, apoiando na elaboração de estratégias e direcionamentos. Atualmente, o conselho fiscal da Cruzando Histórias é composto por três mulheres: Aline Lima, Debora Batista e Elaine Diniz. Conheça um pouco mais sobre a trajetória de cada uma delas abaixo: aline lima Sou uma facilitadora de caminhos e processos; uma "hacker" de realidades e experiências. Possuo cerca de 20 anos de experiência com atuações em empresas nacionais e multinacionais de diversos segmentos. Hoje estou como Gerente de Diversidade, Equidade & Inclusão na Natura&Co. Em 2017, fundei a Ressignificadas, um negócio de impacto social voltado a levar educação socioemocional para mulheres - como foco especial em raça - para que elas destravem seu potencial e cresçam na carreira com liderança e protagonismo, ocupando os espaços de poder. Debora Batista Sou mestre em Sustentabilidade na Escola de Administração de Empresas da FGV-SP, com pesquisa nos impactos da conversão do Cerrado em comunidades tradicionais. Além de ser graduada em relações internacionais pela PUC-SP e pós-graduada em gestão de inovação social pelo Instituto Amani. Atualmente, trabalho no WWF-Brasil nas áreas de finanças verdes e desmatamento e conversão zero. No ICE, trabalhei fomentando o ecossistema de investimentos e negócios de impacto. Também co-fundei a ONG Engajamundo promovendo ações de advocacy pela juventude em espaços de tomada de decisão nacionais e internacionais. Elaine Diniz Elaine Diniz tem longa experiência atuando junto ao terceiro setor, tendo atuado como coordenadora no 5 Elementos - Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental, administradora no Instituto Bacuri, e atualmente como Coordenadora Administrativa e Financeira no Slow Food Brasil.

  • Cruzando Histórias faz campanha de combate à importunação sexual

    Ação é fruto de parceria com JCDecaux e L’Óreal Brasil e pode ser vista em estações de metrô em São Paulo O Brasil tem uma média de 13,6 casos de importunação sexual registrados por dia levados à Justiça, segundo dados compilados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2022. Tendo conhecimento da gravidade do assunto, a L’Óreal trouxe para o Brasil o Stand Up, programa de treinamento para ajudar a prevenir a importunação sexual nas ruas desenvolvido pela ONG Right To Be em parceria com a L’Oréal Paris. Em território nacional, os treinamentos são feitos por intermédio da Cruzando Histórias, organização social com sede em São Paulo que oferece apoio a mulheres em situação de desemprego. Contando com uma metodologia própria, que ensina a identificar e denunciar casos de assédio, o StandUp pode ser realizado em empresas, universidades, grupos ou individualmente (esse último, por meio de conteúdos online). O treinamento é fornecido no formato online ao vivo, ou gravado, com duração de 1 hora (ao vivo) ou 30 minutos (gravado). Até o momento, a Cruzando Histórias já treinou mais de 25 mil pessoas em todo o Brasil. Stand Up no metrô Quem utiliza o metrô de São Paulo viu, desde o começo de maio, banners da campanha do Stand Up realizada em parceria entre a JCDecaux, a Cruzando Histórias e L’Óreal Brasil. A ação, que convida o público a realizar o treinamento de combate e prevenção à importunação sexual, está em estações como Sé, Brás, República, Anhangabaú, Barra Funda e Tatuapé. São 75 imagens espalhadas por diferentes locais, com um QR code que redireciona para o treinamento. Além delas, há ainda imagens de divulgação da Cruzando Histórias para que mulheres possam conhecer o trabalho da ONG e receber orientação de carreira, acolhimento psicológico e revisão de currículo de maneira gratuita. Combate ao assédio e importunação sexual em empresas. A Lei 14.457/22, que está em vigor desde setembro de 2022, tornou obrigatória, dentre outras coisas, a realização de treinamentos, ações de capacitação, orientação e sensibilização de funcionários de todos os níveis hierárquicos da empresa sobre a importância do combate ao assédio. Todas as empresas que possuem CIPA devem se adequar. O Stand Up é uma ferramenta adaptada para esse tipo de capacitação. Os interessados podem acessar o treinamento gravado e agendar uma sessão ao vivo pelo site da Cruzando Histórias. Matéria publicada online no Meio&Mensagem, em 20 de junho de 2023.

  • Os dados da ONU sobre preconceito contra mulheres e empregabilidade feminina

    No dia 12 de junho, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, divulgou o relatório “Índice de Normas Sociais de Gênero”. Nele, um dado em especial chamou a atenção: 90% da população mundial tem algum preconceito contra mulheres. No Brasil o cenário não é muito melhor: 84,5% dos brasileiros disseram ter pelo menos um tipo de preconceito contra mulheres. Para a análise, o Programa analisou quatro dimensões: integridade física, educação, política e econômica. De acordo com a visão de 46% dos entrevistados, homens devem ter mais direito a emprego do que mulheres. 43% acredita que homens são melhores executivos. No Brasil, 31% das pessoas acham que homens têm mais direito a vagas de trabalho ou são melhores em cargos executivos. Quando observarmos a dimensão "integridade física", os dados são ainda mais preocupantes. Globalmente, 25% dos entrevistados acreditam que “é justificável um homem agredir sua companheira.” Quando o foco é o Brasil, mais de 75% tem preconceitos em questões de violência e direito de decisão sobre ter filhos. o reflexo na empregabilidade Com frequência falamos sobre como o mercado de trabalho dificulta a entrada, permanência e crescimento de mulheres e tais dados refletem isso. Atualmente, sabemos que 26 milhões de mulheres estão fora do mercado de trabalho*, o número é o dobro dos homens. As que mais encontram dificuldades são as mães, especialmente aquelas com filhos de até cinco anos e com mais de três filhos. A falta de emprego impacta diretamente em quadros de violência, isso porque dependência financeira, em especial quando há crianças envolvidas, é um dos motivos que mais impedem as vítimas de buscarem apoio e saírem daquela situação. No Brasil, três mulheres são assassinadas a cada dia. Em 2019, quase 90% dos casos de feminicídio o autor era companheiro ou ex-companheiro da vítima. Enquanto esses preconceitos não forem combatidos, pouca coisa mudará de fato. É fundamental que as mulheres não apenas consigam empregos, mas possuam amparo e segurança para, além de sustentarem a si mesmas e outras pessoas a quem talvez cuidem, possam construir uma independência financeira que as possibilite alcançar seus objetivos e sair de situações de abuso. Na Cruzando Histórias entendemos a importância de se combater o desemprego entre mulheres e como isso é fundamental para realizar também o combate à violência. Temos uma série de ações, entre palestras, workshops e muito mais, sobre ambos os temas. A sua empresa pode nos ajudar nessa causa! Ajude a Cruzando Histórias a apoiar a empregabilidade feminina e o combate à violência contra mulheres! *Pesquisa realizada pela Sociedade de Economia da Família e do Gênero (Gefam) com base em dados da Pnad Contínua, do IBGE.

  • Bia Diniz e Cruzando Histórias recebem prêmio The Norns Changing Lives Social Impact

    Temos uma notícia muito importante para compartilhar: a Bia Diniz e a Cruzando Histórias foram premiadas pelo prêmio The Norns, na categoria Changing Lives Social Impact 2023. Criado em 2016 pela International Awards & Luxury Events, o prêmio busca dar visibilidade global a profissionais e empresas que obtiveram reconhecimento em diferentes áreas, como marketing, inovação digital, educação e outros. A cerimônia do prêmio acontecerá no dia 23 de junho, em Lugano, na Suíça. Dias antes de embarcar para Londres, para o meu intercâmbio, recebi a notícia. Estou muito orgulhosa e honrada. - Bia Diniz Para a Cruzando Histórias, é muito gratificante saber que, dentre inúmeras organizações globais, fomos escolhidas para representar geradoras de impacto social. É um reconhecimento não apenas para nós, mas também para cada projeto realizado, cada parceiro e, claro, cada mulher atendida. No dia 23 traremos todas as atualizações sobre a entrega do prêmio, acompanhem nas nossas redes sociais!

  • EscutAção Mães reúne mulheres para mentoria em parceria com Faber-Castell

    No último sábado, 27 de maio, aconteceu o EscutAção Mães na Casa CH. Reunindo mentoras voluntárias de diferentes áreas, o evento ofereceu mentoria gratuita para as participantes, que puderam contar com orientação de carreira e, claro, receber o cuidado oferecido pela metodologia exclusiva da Cruzando Histórias, EscutAção. Para esse dia foram disponibilizados três horários de atendimento, fazendo com que fosse possível que cada inscrita pudesse receber atendimento individual por 45 minutos. Ao final, todas foram convidadas a voltarem à Casa CH para receber novas orientações e revisão de currículo caso sentissem a necessidade. Além da mentoria, quem nos visitou na ocasião ainda contou com um café da manhã e a possibilidade de conhecer e conversar com outras mulheres, trocar suas histórias e aprender mais sobre o que cada uma faz para lidar com os desafios trazidos pelo mercado de trabalho para quem é mãe. A sua empresa também pode participar de projetos como o Impulsione Sua Carreira, além de outras formas de apoio. Fale conosco parceria@cruzandohistorias.com.br Nessa edição, o EscutAção contou com o apoio da Faber-Castell. Confira um pouco como foi o EscutAção Mães!

  • Impulsione Day aborda carreira e maternidade em parceria com Odontoprev

    No dia 16 de maio aconteceu o Impulsione Day: Maternidade e Carreira, evento online em parceria com a Odontoprev que abordou os desafios que mães enfrentam no mercado de trabalho e também as maneiras como a maternidade impacta na carreira. Com a presença de voluntárias da Odontoprev, encontro contou com um painel temático e mentoria. O evento começou com o painel apresentado por Sheila Ferrari, Gerente Executiva de Marketing e ESG da Odontoprev, que abordou um pouco sobre a relação entre se tornar mãe e manter o equilíbrio com a carreira, além de como o mercado de trabalho trata mulheres que são mães. Sabemos que enfrentamos muitos desafios sendo mães, mas estamos aqui, somos profissionais excelentes e conseguimos mostrar isso no nosso dia a dia. Somos mais do que capazes. - Sheila Ferrari Após a fala de Sheila, as participantes foram divididas em grupos liderados por voluntárias da Odontoprev, onde puderam tirar suas dúvidas e receber orientação de carreira. Foram 40 minutos de trocas e conversas que geraram muitas reflexões tanto para as participantes quanto para as mentoras. Ao final, quando todas retornaram à sala principal, o microfone foi aberto para que as mulheres pudessem falar suas impressões e contar um pouco mais sobre o que acharam do evento. "Eu me senti muito acolhida, foi muito lindo poder ouvir essas histórias", revelou uma delas. "Só nós sabemos como pode ser solitário esse momento. Poder conversar com outras mulheres, me abrir e ser ouvida é muito importante", comentou outra. Esse evento revela a importância de ouvir e oferecer apoio às mães, além de questionar a maneira como o mercado de trabalho recebe uma mulher que tem filhos e as oportunidades que são oferecidas a elas. A sua empresa também pode participar de projetos como o Impulsione Sua Carreira, além de outras formas de apoio. Fale conosco parceria@cruzandohistorias.com.br

  • Cruzando Histórias é reconhecida com prêmio Empregabilidade Jovem Brasil

    A Cruzando Histórias foi reconhecida pelo prêmio Empregabilidade Jovem Brasil como agente que faz a diferença pela inclusão produtiva no Brasil. A entrega do prêmio aconteceu nessa sexta, 26, no Teatro CIEE. Na ocasião, foram reconhecidas 200 organizações do terceiro setor que contribuem de alguma forma para a empregabilidade - em especial a empregabilidade jovem - no Brasil. Realizada pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), a premiação contou ainda com a apresentação de dados relacionados à presença dos jovens no mercado de trabalho, seu perfil e o que ele busca, além de trazer um painel onde foi debatido o futuro do emprego no país e a empregabilidade da juventude. Tendo como tema central, “Como o Brasil pode avançar para gerar mais oportunidades aos jovens no mercado de trabalho em 2023”, o debate trouxe nomes como Tabata Amaral, João Victor da Motta Baptista e Gabriel Vallejo, que compartilharam um pouco sobre suas visões em respeito ao tema. Ficamos muito felizes com essa oportunidade de aprender e discutir um tema tão importante para nós, além de gratas pelo reconhecimento.

  • Veja histórias inspiradoras sobre como ser mãe mudou a vida dessas mulheres

    No dia das mães, contamos como a maternidade mudou a vida dessas mulheres *Priscila Correia, do Aventuras Maternas, colunista de AnaMaria Digital Horas de trabalho de parto, sutura da cesárea, seios sangrando no início do aleitamento, noites mal dormidas… Apesar de tudo isso, nada dói tanto numa recém-mãe quanto a pressão para se mostrar uma super mulher: sorridente, politicamente correta, magra e com a autoestima lá em cima – ainda que longe dos holofotes da mídia como uma princesa, mas diante das câmeras escondidas desta sociedade que é a mais analítica de todos os tempos. E os julgamentos da maternidade, dos outros e nossos, não param quando ainda são bebês. Continuam na primeira infância, na adolescência e, posso até apostar, mesmo depois de chegarem a vida adulta. Ser mãe é ser julgada a partir do momento em que o cordão umbilical com o seu filho é cortado. Ou antes, ao decidir a via e a forma do parto. E não é preciso ser famosa ou fazer parte da família real para entrar na berlinda. Seja Kate, Megan ou gente como a gente, questionamentos sobre o salto na saída da maternidade ou o tamanho da barriga no pós-parto serão apenas os primeiros. O reality show que a maternidade traz é diário e contínuo. O tempo de mamada, a forma de educar, o que se posta nas mídias sociais, o quanto se gasta numa festa, o lanche que se manda para a escola, o desenvolvimento da criança em cada fase, quantas atividades extra classes ela faz, que tipo de desenho animado assiste na televisão, que roupas usa, se joga futebol ou se brinca de boneca, entre outros. Independentemente da opção que escolhemos para educar e maternar ao longo da vida, sempre, digo SEMPRE, haverá julgamento e estaremos erradas! Ou pelo excesso ou pela falta, pelo zelo ou pela superexposição, pela dor ou pelo amor. Temos e superamos muitas dificuldades. Vivemos num tempo imediatista em que é preciso ser malabarista para dar conta de tudo: trabalho, filhos, casamento, rótulos, estresse, obrigação de agir de forma politicamente correta, educar os filhos sem falar alto, colocar o pequeno no cantinho do pensamento por segundos milimetricamente medidos, não permitir demais, não criar "na bolha", não ser amiguinho, não ser ditador de regras. Mas a maternidade também é maravilhosa. Sim, há o quentinho de tê-los por perto, a alegria em olhar a felicidades deles com coisas simples, o amor desmedido que nos faz ir do inferno ao céu em segundos. Então, lembre-se: não existe certo ou errado na hora de criar um filho, não existe uma única fórmula ou guia que deva ser seguido. A verdade é que nenhum manual no mundo conhece a realidade de cada mãe e sua criança. E para celebrar essa relação tão única, que nos propõe reflexões e alegrias diárias, que escolhemos algumas mulheres com histórias inspiradoras sobre a maternidade e sobre como se tornarem mães mudou a vida delas. FORÇA PARA MUDAR “Quando eu conto a história da Cruzando Histórias, sempre começo pela minha maternidade porque foi um divisor de águas. Eu vinha sentindo um incômodo profissional muito grande, estava desmotivada, mas sempre que falava de sair as pessoas me desencorajavam. Então, decidi colocar essa energia no sonho de ser mãe. Engravidei do Rafael em 2013. Quando eu estava para voltar da licença-maternidade, voltei a me questionar. Estava infeliz, teria que ir me arrastando para o trabalho. Lembro que eu olhei para meu filho e falei: 'Espero que, quando você crescer, possa ser quem quiser, que possa correr atrás dos seus sonhos. Eu quero que você seja livre'. Para mim, fazia muito sentido dizer isso naquele momento, porque me via obrigada a voltar para um lugar que já não gostava e que não fazia sentido para mim. Naquela hora, imaginei que, quando ele tivesse seus 18 anos, e eu fosse repetir isso, ele falaria: "Mãe, por que você não fez isso por você? Por que não tomou as rédeas da sua vida?”. Me dei conta de que estava me deixando ser colocada num lugar que não me cabia mais. Voltei a trabalhar, mas disse a mim mesma que encontraria uma saída. Comecei a experimentar outras coisas, voltei a estudar. Foi quando eu escutei a história da Sueli no 'Jornal Nacional', sobre o desemprego dela. Ela era mãe, assim como eu, e estava passando por uma situação extremamente difícil, sendo despejada de casa, com três filhos. Eu olhei para o meu filho e disse: "Eu preciso fazer alguma coisa" Foi a maternidade que me tocou naquele momento. Foi a sensação de "como eu vou deixar uma mulher ir para a rua com três filhos"? Foi nessa procura pela Sueli que eu comecei a escutar mulheres pelas ruas de São Paulo, já que eu não a encontrei. Nisso, conheci mulheres que estavam passando por aquela dor, entendi qual era a história delas. A Cruzando Histórias nasceu desse lugar de empatia com outras mulheres, com outras mães, por eu ser mãe. Tentando ajudar outras pessoas, me vi me ajudando e ressignificando a minha carreira e toda a minha história”. Bia Diniz, 36 anos, mãe de Rafael, de 8 anos. Matéria publicada online na coluna Aventuras Maternas, no portal Ana Maria, em 12 de maio de 2023.

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