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- Cruzando Histórias participa de talks sobre prevenção da violência e combate ao assédio na sede do Grupo L'Oréal
Iniciativas globais reforçam o papel da informação e da educação na prevenção da violência contra mulheres. No último 27 de março, a Cruzando Histórias esteve presente na sede do Grupo L’Oréal no Brasil, no Rio de Janeiro, com especialistas, convidadas e vozes atuantes para discutir caminhos de prevenção à violência, desde os primeiros sinais em relações íntimas até o enfrentamento do assédio em espaços públicos. Representando a nossa organização, a fundadora Bia Diniz participou de dois momentos centrais do encontro: um talk sobre o programa Abuso Não é Amor , da YSL Beauty Brasil , e outro sobre o StandUp , iniciativa global da L’Oréal Paris voltada ao combate ao assédio. Quando o abuso não parece abuso Durante o talk sobre o programa Abuso Não é Amor , o foco esteve em um ponto essencial: a dificuldade de reconhecer os primeiros sinais de um relacionamento abusivo. O debate contou também com a participação de Cândida Andrade , Joyce Trindade , Patrícia Ramos e Mariana Goldfarb , que trouxeram diferentes perspectivas sobre o tema: da comunicação à política pública, passando por vivências e impacto social. Bia Diniz destacou que o abuso raramente começa de forma explícita. Ele se constrói aos poucos, em comportamentos que podem ser confundidos com cuidado, como o ciúme excessivo, o controle e a manipulação. Essa progressão silenciosa é um dos principais desafios no enfrentamento da violência por parceiro íntimo e reforça a importância da informação como ferramenta de prevenção. Cândida Andrade (Coordenadora de advocacy, influência e comunicação da L'Oréal), Bia Diniz (Cruzando Histórias), Joyce Trindade (Secretária de Políticas da Mulher do Rio de Janeiro), Patrícia Ramos (Apresentadora) e Mariana Goldfarb (Influenciadora). Os sinais que não podem ser ignorados Um dos destaques da conversa foi a apresentação dos 9 sinais de alerta de um relacionamento abusivo, trabalhados no programa. São eles: 1) Ignorar 2) Chantagear 3) Humilhar 4) Manipular 5) Demonstrar ciúmes excessivo 6) Controlar 7) Invadir a privacidade 8) Isolar 9) Intimidar Reconhecer esses padrões ainda no início pode ser decisivo para interromper ciclos de violência antes que se agravem. O treinamento completo está disponível de forma gratuita aqui . Do relacionamento ao espaço público: o combate ao assédio Além da discussão sobre violência em relações íntimas, o encontro também ampliou o olhar para outro cenário urgente: o assédio em espaços públicos. No talk sobre o programa StandUp , participaram do debate Paula Yong , Richarlyson e Samir Salvio , trazendo diferentes perspectivas, do esporte à estratégia e comportamento do consumidor, sobre como tornar ambientes coletivos mais seguros para mulheres. Como destaque, essa iniciativa, conduzida pela L’Oréal Paris em parceria com a Cruzando Histórias , levou o treinamento de combate ao assédio para mais de 70 mil torcedores em jogos realizados no Estádio Nilton Santos e na Neo Química Arena , envolvendo torcidas do Botafogo e do Corinthians . Mais do que uma campanha, a ação propõe uma mudança de comportamento: ensinar pessoas comuns a reconhecer e intervir com segurança em situações de assédio. Samir Salvio (Gerente Sênior de category e shopper insights da L'Oréal), Bia Diniz (Cruzando Histórias), Paula Young (Head of comercial activations & international relations do Botafogo) e Richarlyson (ex- jogador e atualmente comentarista). Os 5Ds: como agir de forma segura No centro do programa StandUp está a metodologia dos 5Ds , ferramentas simples e acessíveis que orientam como agir diante de uma situação de assédio. Conheça: 1) Distrair : interromper a situação de forma indireta, por exemplo, fingindo conhecer a vítima; 2) Delegar : buscar ajuda de autoridades ou responsáveis pelo local; 3) Documentar : registrar a situação com segurança; 4) Dialogar : acolher a vítima e oferecer apoio; 5) Direcionar : se posicionar e nomear o comportamento inadequado. A proposta é ampliar a sensação de segurança coletiva e incentivar a responsabilidade compartilhada. Por que isso importa? Os dados ajudam a dimensionar a urgência do tema: 86% das mulheres brasileiras já sofreram assédio em espaços públicos; Estudos internacionais apontam aumento de até 38% na violência doméstica após grandes jogos; Mesmo com maior presença feminina, estádios ainda são percebidos como ambientes pouco seguros. Ambientes com grande circulação de pessoas, anonimato e baixa responsabilização tendem a aumentar os riscos, e é justamente nesses espaços que iniciativas educativas podem gerar impacto real. Informação que transforma Durante o encontro, a Cruzando Histórias reforçou seu compromisso com a prevenção da violência por meio da educação, apresentando tanto o treinamento gratuito Abuso Não é Amor , quanto as ações do StandUp . Seja ao ajudar a identificar sinais sutis dentro de um relacionamento, seja ao ensinar como agir diante de uma situação de assédio, os dois programas partem do mesmo princípio: informação gera consciência, e consciência pode transformar realidades. Muitas vezes, reconhecer um sinal ou saber como agir é o primeiro passo para interromper um ciclo de violência.
- Maior evento da Cruzando Histórias reúne mulheres e transforma trajetórias na Semana da Mulher 2026
Encontro “Toda História tem Valor”, realizado no Centro Cultural São Paulo, marca um momento histórico para a ONG ao reunir, pela primeira vez, um grande público presencial em uma manhã de escuta, conexões e fortalecimento feminino. No dia 28 de março, a Cruzando Histórias promoveu o encontro "Toda História tem Valor" no Centro Cultural São Paulo , reunindo mulheres para uma manhã dedicada ao desenvolvimento profissional, à escuta ativa e à troca de experiências. A iniciativa fez parte da programação especial da Semana da Mulher 2026 e marcou um momento histórico para a organização: este foi o maior evento já realizado pela Cruzando Histórias no mês das mulheres e, pela primeira vez, foi possível reunir presencialmente um grande número de participantes em um mesmo espaço. A energia do dia despertou diferentes sentimentos — foi um encontro emocionante não apenas para quem estava na plateia, mas também para quem atuou nos bastidores, tornando cada detalhe possível. Mais do que um evento, o encontro reforçou o propósito central da organização: criar espaços seguros e potentes para que histórias sejam compartilhadas, ressignificadas e transformadas em caminhos possíveis. O poder de reconhecer a própria trajetória A abertura do evento trouxe uma reflexão essencial sobre identidade e protagonismo. Com o tema "O poder da sua história" , a CEO e fundadora da Cruzando Histórias, Bia Diniz , conduziu uma conversa sobre como reconhecer e valorizar a própria trajetória pode ser o primeiro passo para construir novos futuros. Bia Diniz. Foto: Carol Soares "Foi muito bonito a forma como a gente expôs o nosso processo de autoestima, nosso ganho de confiança na vida, e como a gente foi crescendo profissionalmente na vida de uma forma humana, se conectando com gente interessante e com gente legal", compartilha Bia. A fala inicial deu o tom do encontro: mais do que olhar para o passado, a proposta foi entender como cada experiência, inclusive os desafios, pode se transformar em ferramenta de crescimento pessoal e profissional. Conexões que transformam caminhos Na sequência, o painel "Conexões que transformam" reuniu Tercília Pinheiro e Ana Minuto , com mediação de Bia Diniz. A conversa destacou o papel das relações na construção de trajetórias mais sólidas e possíveis. Ana Minuto, Bia Diniz e Tercília Pinheiro. Foto: Carol Soares Durante o painel, uma frase de Tercília chamou atenção e sintetizou o espírito do encontro: "Sonhe, porque só sonhando a gente vai conseguir alcançar". "Foi uma satisfação imensa, conheço a Cruzando Histórias há quase dez anos, tenho um amor por esse projeto, por essa história. Sabe aquela sensação de ‘eu vim para falar mas eu saí diferente de como eu cheguei’? Foi incrível", afirma Tercília. Já Ana Minuto resume o impacto do encontro: "Foi um evento que movimentou vidas e transformou vidas". Ao longo do painel, foi discutido como redes de apoio, trocas genuínas e conexões estratégicas podem abrir portas, ampliar perspectivas e fortalecer a confiança — especialmente para mulheres que enfrentam desafios no mercado de trabalho. Comunicação como ferramenta de crescimento Encerrando os painéis, Sheylli Caleffi e Egnalda Silva Côrtes participaram de uma conversa sobre comunicação e sua importância na construção de relacionamentos e no desenvolvimento profissional, com mediação da consultora da Cruzando Histórias, Raquel Tetti . Sheylli Caleffi, Egnalda Côrtes e Raquel Tetti. Foto: Carol Soares "É isso que a gente faz, a gente cruza as nossas histórias com as outras painelistas, com as outras participantes, a gente aprende demais conversando, nós temos que ser ativistas do ‘conversê’. Conversem, troquem ideias, o máximo que vai acontecer é você mudar de opinião, olha que coisa maravilhosa", comenta Sheylli. Egnalda também destacou o caráter de troca do encontro: "Eu achei acolhedor, achei incrível, a organização, o carinho, a recepção, o acolhimento. Sobre o que eu trouxe, foi uma troca, eu trouxe mas eu também recebi". Orientação de carreira e trocas reais Além dos painéis, o encontro contou com dois grupos de orientação de carreira, proporcionando um espaço mais próximo e personalizado para escuta e direcionamento profissional. Como uma ONG voltada à empregabilidade, a Cruzando Histórias tem como missão fortalecer mulheres e oferecer ferramentas para que elas não desistam de suas trajetórias e possam retornar ao mercado de trabalho com dignidade. Nesse contexto, iniciativas como a orientação de carreira ganham ainda mais relevância — não apenas como apoio profissional, mas também como um caminho para a autonomia financeira, que é, inclusive, uma importante forma de prevenção à violência contra as mulheres. "Vim como voluntária do EscutAção , esse projeto maravilhoso e que traz esse acolhimento às mulheres que estão aí precisando voltar para o mercado de trabalho. Foi demais", conta Rúbia, voluntária na orientação de carreira. "Foi muito importante para mim ver a minha história cruzando com histórias de outras mulheres", compartilha Jaque, também voluntária na atividade. A experiência de troca também marcou quem já passou pela organização: "Participei como voluntária e pra mim foi uma experiência incrível, porque já conheço a Casa CH, fui uma das assistidas, então participar me doando, me entregando, conversando e escutando, foi para mim um momento muito único", relata Roberta. Impacto que se multiplica Para quem participou como beneficiária, o encontro também teve um efeito profundo. "Foi revigorante, saí com o coração quentinho, porque eu ouvi várias mulheres potentes, de tempos em tempos é muito importante essa conexão", conta Helô Brasilino. Nos bastidores, o sentimento foi de realização, mas também de emoção ao ver o impacto gerado. "Tivemos muito trabalho, mas muita realização também em ver esse evento acontecendo da melhor forma possível. Espero que todas que passaram por aqui tenham sido muito contentes e realizadas com o que a gente pôde entregar", comenta Jéssica Sano . Um encerramento à altura das histórias compartilhadas A programação incluiu ainda um momento especial de celebração com a apresentação musical de Juliana Franke , marcando o encerramento da Semana da Mulher 2026 com muita alegria. Mais do que um evento, "Toda História tem Valor" reafirmou a essência da iniciativa: histórias que se encontram, se fortalecem e seguem em frente, juntas. Encerramento Semana da Mulher 2026. Foto: Carol Soares
- Saiba quais são os nove tipos de 'red flags' em relacionamentos amorosos
Fundadora da ONG Cruzando Histórias , Bia Diniz explica como comportamentos comuns podem esconder violências e alerta para a importância da educação emocional nas relações. 1 em cada 3 mulheres no mundo sofre violência física e/ou sexual, principalmente nas mãos de um parceiro íntimo. Fonte: OMS Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de uma em cada três mulheres no mundo já sofreu violência física e/ou sexual praticada por um parceiro íntimo. No Brasil, os números também preocupam: mais de 29 milhões de pessoas relatam ter vivenciado algum tipo de violência, sendo que 52,4% das agressões contra mulheres são cometidas por companheiros ou pessoas com quem mantêm uma relação afetiva. Abuso não é amor Para combater essa realidade, Bia Diniz, à frente da ONG Cruzando Histórias — organização dedicada à promoção de educação, conscientização e apoio a pessoas em situação de violência de gênero —, ajudou a viabilizar e multiplicar o conhecimento sobre nove comportamentos que parecem inofensivos, mas que carregam grande potencial de escalonamento da violência contra a mulher e de feminicídios, mapeados pelo programa global " Abuso não é amor ", de Yves Saint Laurent Beauty . “Os sinais acontecem muito na sutileza e são disfarçados de cuidado, de amor. ‘Eu faço isso porque te amo’. É aí onde mora o perigo”, afirma. ➕ Leia na integra a entrevista em: https://oglobo.globo.com/ela/gente/noticia/2026/03/28/saiba-quais-sao-os-nove-tipos-de-red-flags-em-relacionamentos-amorosos.ghtml
- Boletim CH | Mês das Mulheres: 4ª Edição
Olá, mulher ! 🌻 Toda quarta-feira, a Cruzando Histórias compartilha com exclusividade para nossa rede uma curadoria de cursos, vagas de trabalho e eventos gratuitos. São oportunidades que fortalecem jornadas profissionais, ampliam horizontes e impulsionam a empregabilidade e o empreendedorismo feminino , dentro e fora da nossa comunidade. ⬇️ Confira o que separamos para você nesta semana. 📅 EVENTOS Encontros, palestras, seminários, mostras, rodas de conversa e atividades abertas (presenciais ou online) que promovem troca de experiências, articulação em rede, circulação de conhecimento e também momentos de lazer, celebração e fruição cultural. Semana da Mulher 2026 — Toda História Tem Valor A Cruzando Histórias convida você para uma programação especial voltada ao fortalecimento profissional de mulheres. 📅 28 de março | Encontro presencial em São Paulo Um momento de troca, escuta e conexão entre mulheres, com conversas sobre trajetória profissional e desenvolvimento de carreira. 👇 Inscreva-se e participe: https://ch.ong.br/semanam26 💼 VAGAS DE TRABALHO Vagas de emprego, estágios e contratos (CLT, PJ ou temporários), em formatos presencial, híbrido ou remoto, que fortalecem trajetórias profissionais e ampliam o acesso ao mercado de trabalho pelo país. Articulador(a) de Ecossistemas Regionais | Conexsus - Instituto Conexões Sustentáveis 📍 Vaga exclusiva para residentes em Mato Grosso 📆 Candidaturas até 30/03/2026 📧 E nviar currículo para: rhcx@conexsus.org Assunto : Articulador(a) de Ecossistemas 🔗 Edital: https://www.conexsus.org/validacao/wp-content/uploads/2026/03/tdr-160325-articulador-de-ecossistemas-regionais-mtdocx.pdf Pessoa Educadora Junior | Museu Afro Brasil 📍 Parque Ibirapuera | Portão 10 | São Paulo 𝌭 Modelo: De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30, com 1 hora de intervalo para refeição. Aos sábados, o trabalho ocorrerá em escala de revezamento. 📌 Regime: CLT 💰 R$ 3.800,00 Requisitos : Graduação nas áreas de conhecimento como educação, história, artes, filosofia, pedagogia, ciências sociais, museologia. 📆 Inscrições até o dia 06/04/2026 📧 E nviar currículo para: curriculo@museuafrobrasil.org.br 🔗 https://museuafrobrasil.org.br/trabalhe-conosco/ Engenharia Civil (suporte técnico) | ONU-Habitat 📍 Trabalho presencial em Belo Horizonte (MG) 📌 Regime: Seis (6) meses, com possibilidade de renovação 📆 Candidaturas até 30/03/2026 🔗 https:// inspira.un.org/psc/UNCAREERS/EMPLOYEE/HRMS/c/UN_CUSTOMIZATIONS.UN_JOB_DETAIL.GBL?Page=UN_JOB_DETAIL&Action=A&SiteId=1&JobOpeningId=274542&PostingSeq=1& Analista de Inclusão Produtiva | Visão Mundial 📍 Cubatão e São Vicente/ SP 📌 Regime: Pessoa Jurídica Março a Dezembro/2026 (Possibilidade de Prorrogação) 📆 Inscrições até o dia 23/03/2026 📧 E nviar currículo para: curriculos@wvi.org e vmb_edital@wvi.org Assunto : identificar nome completo + vaga + LOCAL 🔗 Mais Infos: https://visaomundial.org.br/vagas/analista-de-inclusao-produtiva Coordenação de Comunicação do ISER | Instituto de Estudos da Religião 📍 Rio de Janeiro 📌 Regime: Pessoa Jurídica 𝌭 Modelo: Dedicação integral 🔗 Mais Infos: https://www.linkedin.com/posts/isernarede_estamos-contratando-coordena%C3%A7%C3%A3o-de-comunica%C3%A7%C3%A3o-activity-7442264004737134592-QkAo?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAACyHvTkBgq1R7AeMmopl3GvV_xCyaysTtMo ALI Rural | SEBRAE-SP O Sebrae-SP está com vagas abertas para o Programa Agentes Locais de Inovação (ALI) Rural. Se você tem formação nas áreas de agronegócios, agrária ou correlatas, essa é a sua oportunidade de usar seu conhecimento para impulsionar pequenos negócios do campo! 📍 Estado de São Paulo 💰 Bolsas de até R$ 6.500,00 📆 Candidaturas até 31/03/2026 🔗 Acesse o edital e inscreva-se em: https://contato.sebraesp.com.br/alirural/ Estágio em Mídia | DIOR 📚 Cursos aplicaveis: Marketing ou Publicidade e Propaganda 📍 Bela Vista - São Paulo/SP 💰 Bolsa auxílio: R$ 2.300,00 + diversos benefícios 📆 Inscrições até 03/04/2026 🔗 Candidaturas em: https://solucoes.ciee.org.br/vitrine/13958/detalhe Assistente em Avaliações | Parceiros da Educação 📍 Av. Paulista São Paulo (SP) 𝌭 Modelo: Híbrido (4 dias presencial) ⏱️ Carga Horária: 40 horas semanais 💰 Compatível com o mercado + diversos benefícios 📆 Inscrições até 31/03/2026 🔗 Mais Infos: https://docs.google.com/document/d/1oxJcrDjMA46toXjdG_Wt5TilAlqiYOlNDu7ebTXAjv4/edit?tab=t.0 🔗 Candidaturas em: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScn1mWpaaQQOdqyWdS5MfSUnj7c5Kf4sb4V3HeTclF6nEPDfw/viewform Coordenadora de Comunicação | Legisla Brasil 📍 Brasília (DF) ou São Paulo (SP) 📌 Regime: Pessoa Jurídica (CNPJ/MEI) 𝌭 Modelo: Remoto, com residência em São Paulo ou Brasília, com encontros presenciais trimestrais em São Paulo. A sede da Legisla fica em São Paulo e a pessoa contratada poderá acessar o escritório, caso deseje. ⏱️ Carga Horária: 40 horas semanais (período integral) 💰 Compatível com organizações de médio porte do Terceiro Setor Mais 🔗 Candidaturas em: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeeZnAhS9xx7FCcsFhsZQNn3cDMkRElZ3y2c6N-1EPHBIM46A/viewform Assessoria na Subsecretaria de Planejamento | SEPLAG Niterói 📍 Prefeitura de Niterói / RJ 𝌭 Modelo: P resencial em Niterói ⏱️ 8h/dia (40h/semana) 💰 aprox. R$ 3.564,52 (bruto) 🔗 Candidaturas em: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScGGBB7rq2IZJ15un0ag7Fl-zZh4iOSfcQu9fKxMrqNw9qSGQ/viewform 📚 FORMAÇÕES Cursos, oficinas e programas de capacitação que ampliam repertório, dialogam com trajetórias profissionais e podem ser complementares à formação acadêmica. Oportunidades para fortalecer currículos, desenvolver competências e explorar novas perspectivas na carreira Isenção no vestibular da Fatec Já estão abertas as solicitações de isenção e redução da taxa para o vestibular das Fatecs (Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo) . Uma oportunidade de acesso à formação profissional gratuita e novos caminhos no mercado de trabalho. 🗓 Prazo: até 6 de abril 📢 Resultado: 15 de abril Confira os cursos : https://www.cps.sp.gov.br/fatec/cursos-oferecidos-pelas-fatecs/ Garanta sua isenção : https://vestibular.fatec.sp.gov.br/home/ Para participar, é necessário preencher a ficha cadastral e o questionário socioeconômico. Caso não consiga o benefício, a inscrição pode ser feita com taxa de R$ 90. Cursos Cruzando Histórias Impulsione EAD Nosso curso, online e grátis, te ajuda a: Definir seus objetivos de carreira Criar seu currículo Atualizar seu LinkedIn® Se preparar para processos seletivos Construir sua marca pessoal Se aproximar de vagas e oportunidades Curso de Soft Skills para Mulheres Faça uma imersão em habilidades que facilitam TODAS as áreas do seu dia a dia. Aulas rápidas e efetivas, feitas pela equipe da Potência 4.0, liderada pela CEO, Christiane D'Angelo, psicopedagoga clínica, mentora e escritora. Faça parte do Banco de Talentos CH no Vagas.com Acesso prioritário a oportunidades e iniciativas voltadas à empregabilidade feminina. Gratuito e exclusivo para mulheres da nossa comunidade. Entre para nossa comunidade exclusiva no WhatsApp Um espaço inclusivo e exclusivamente para mulheres da nossa rede que desejam impulsionar sua empregabilidade, construir sua autonomia pessoal e financeira. Orientação de Carreira em São Paulo A Casa CH é um espaço de acolhimento e empoderamento para mulheres em situação de desemprego. Você pode receber sua orientação de carreira personalizada, de segunda e quarta-feira das 10h às 16h - Rua Barão de Itapetininga, 255, conjunto 209 - República, São Paulo . Atendimento via WhatsApp Cruzando Histórias (11) 91013-3337 Compartilhe essas oportunidades com uma amiga ou mulher que você conhece encaminhando essa mensagem. Vamos juntas em busca do SIM! 👭💖 Siga o nosso Instagram @cruzandohistorias Acompanhe o nosso LinkedIn @cruzandohistorias Não nos responsabilizamos pelas informações de cada vaga e/ou processo seletivo.
- Semana da Mulher 2026 inicia com foco em comunicação, escuta e empregabilidade
Entre painéis, mentorias e encontros, iniciativa fortalece mulheres e amplia perspectivas de carreira. Para marcar o encerramento do mês de março com propósito, a Cruzando Histórias deu início à sua programação especial da Semana da Mulher 2026 com um encontro online voltado ao fortalecimento de mulheres em situação de desemprego. Com o tema “Toda história tem valor” , a iniciativa propõe não apenas discutir empregabilidade, mas também criar espaços reais de acolhimento, troca e reconstrução de trajetórias profissionais. Comunicação como ferramenta de fortalecimento A abertura do encontro ficou por conta de Graciema Bertolleti , diretora de Novos Negócios da Odontoprev , que conduziu um painel sobre o papel da comunicação na construção de caminhos profissionais mais sólidos. Durante sua fala, Graciema trouxe exemplos da própria trajetória, tanto em posições de liderança quanto em momentos em que foi liderada, para ilustrar como a comunicação influencia relações, oportunidades e crescimento profissional. A executiva também destacou a importância de integrar as diferentes dimensões da vida, aproximando a família da atuação profissional. Segundo ela, a mulher não se fragmenta entre os ambientes: ela é uma só em todos eles. Reconhecer essa totalidade é parte fundamental para construir uma comunicação mais autêntica, segura e coerente com a própria história. O painel trouxe reflexões sobre autenticidade, escuta e presença, reforçando que comunicar-se bem também passa por reconhecer o próprio valor e trajetória. Escuta, troca e orientação prática Após o painel, as participantes foram direcionadas para salas menores no Google Meet , onde vivenciaram uma mentoria coletiva com lideranças da BNP Paribas Cardif . Nesse formato, o foco saiu do conteúdo expositivo e deu lugar à escuta ativa e à troca de experiências. As participantes puderam compartilhar desafios, dúvidas e expectativas em relação à carreira, enquanto recebiam orientações práticas e direcionamentos possíveis para o próximo passo profissional. A proposta seguiu a metodologia do projeto EscutAção, baseada na escuta empática, no acolhimento e na construção conjunta de soluções — um diferencial importante para mulheres que, muitas vezes, enfrentam o desemprego de forma solitária. Redes de apoio e caminhos possíveis Além das discussões sobre comunicação, o encontro também reforçou a importância das redes de apoio e da diversidade na construção de trajetórias profissionais mais sustentáveis. Temas como mentoria, representatividade e comunidade apareceram como pilares essenciais para o desenvolvimento pessoal e profissional, evidenciando que o crescimento não acontece de forma isolada. Um começo que aponta para continuidade O primeiro dia da Semana da Mulher 2026 mostrou que iniciativas como essa vão além de eventos pontuais: elas criam conexões, ampliam perspectivas e ajudam a transformar histórias. Ao promover espaços de escuta e desenvolvimento, a Cruzando Histórias reafirma seu compromisso com a inclusão produtiva e com o fortalecimento de mulheres que buscam não apenas uma oportunidade de trabalho, mas também reconhecimento, autonomia e pertencimento. Evento presencial acontece no próximo sábado E a programação ainda não acabou: ela ganha um novo capítulo presencial para fechar a semana com ainda mais conexão e potência. No sábado, 28 de março, a Cruzando Histórias promove o encontro “Toda História Tem Valor” no Centro Cultural São Paulo (Sala Adoniran Barbosa), reunindo mulheres para uma manhã de desenvolvimento, escuta e troca de experiências. Das 10h às 14h, o espaço será palco de conversas inspiradoras, painéis e orientações de carreira, com destaque para a abertura “O poder da sua história” , conduzida por Bia Diniz , logo depois Ters Pinheiro e Ana Minuto conduzem o painel “Conexões que transformam”, abordando como as relações podem abrir caminhos, fortalecer redes de apoio e tornar a trajetória mais possível. Encerrando os painéis, Sheylli Caleffi e Egnalda Silva Côrtes conduzem uma conversa sobre comunicação para construir relacionamentos e crescer profissionalmente. A programação inclui ainda sessões individuais de orientação e um momento especial de celebração com apresentação de Juliana Franke, encerrando a Semana da Mulher 2026 com aquilo que move a iniciativa desde o início: histórias que se encontram, se fortalecem e seguem em frente. FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI Oportunidade de voluntariado Se você acredita no poder da escuta, da empatia e da transformação social, este é um convite para fazer parte de algo maior. A Semana da Mulher 2026 é um encontro dedicado a fortalecer mulheres em situação de desemprego ou vulnerabilidade social — e isso só acontece com o apoio de pessoas dispostas a construir, juntas, um espaço seguro e acolhedor. Ao se voluntariar, você contribui com seu tempo, sua presença e seu cuidado para acolher, orientar e apoiar cada participante com respeito e atenção. Sua participação faz diferença real na trajetória de outras mulheres. se inscreva como voluntária aqui! Serviço Semana da Mulher 2026 — Cruzando Histórias Encontro presencial 28 de março de 2026 Das 10h às 14h no Centro Cultural São Paulo (Sala Adoniran Barbosa) Inscrições devem ser feitas na página: https://www.cruzandohistorias.org/events/semana-da-mulher-2026
- Terceiro dia da Cruzando Histórias na CSW70 debate acesso à justiça e estratégias globais para igualdade de gênero
Encontros discutiram financiamento, comunicação e cooperação internacional para avançar na proteção e nos direitos das mulheres. A Cruzando Histórias participou do seu terceiro dia de atividades na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher , em Nova Iorque, acompanhando debates que reuniram representantes de governos, especialistas e organizações da sociedade civil para discutir caminhos capazes de impulsionar a agenda global de igualdade de gênero. Durante a programação realizada no escritório da ONU Mulheres , as discussões destacaram que avanços na promoção de direitos das mulheres dependem cada vez mais da construção de alianças amplas entre governos, sociedade civil, setor privado e diferentes atores sociais. Marina Silveira, Raquel Tetti e Bia Diniz na sede da ONU Mulheres, em Nova Iorque. Nesse cenário, foi reforçada a importância de ampliar fontes de financiamento para iniciativas voltadas à igualdade de gênero, reconhecendo que um conjunto de ações, públicas e privadas, pode contribuir de forma significativa para transformar a realidade das mulheres. Diante desse contexto, especialistas ressaltaram que iniciativas apoiadas por diferentes formas de financiamento têm potencial para gerar impacto concreto na promoção de direitos, demonstrando que a construção de soluções para temas de gênero passa pela articulação entre diferentes setores da sociedade. Outro aspecto recorrente nos debates foi a necessidade de investir em comunicação estratégica. Muitas organizações que atuam diretamente com políticas de gênero e direitos das mulheres nem sempre contam com equipes especializadas em comunicação, o que pode dificultar a disseminação de informações e o alcance das iniciativas. Por isso, foi destacada a importância de fortalecer competências em comunicação, tecnologia e produção de conteúdo, ampliando a capacidade de mobilização e engajamento em torno dessas pautas. As discussões também chamaram atenção para a necessidade de reduzir os impactos da polarização nos debates públicos. Segundo participantes, disputas ideológicas muitas vezes acabam desviando o foco de questões estruturais que afetam diretamente a vida das mulheres, dificultando o avanço de agendas importantes relacionadas à igualdade de gênero. Ao mesmo tempo, especialistas apontaram que promover modelos de masculinidade mais saudáveis e positivos é parte fundamental das estratégias para avançar nessa agenda. O fortalecimento de iniciativas voltadas ao engajamento dos homens tem sido considerado um caminho importante para transformar relações sociais e ampliar a construção de ambientes mais seguros e igualitários. Parte da programação também abordou os desafios relacionados ao acesso à justiça para mulheres, jovens e meninas na América Latina, a partir de uma perspectiva intercultural e interseccional. As discussões evidenciaram que muitos sistemas judiciais ainda foram estruturados considerando a realidade de grupos sociais mais privilegiados, o que cria barreiras adicionais para mulheres indígenas, negras, periféricas e moradoras de áreas rurais. Entre os obstáculos identificados estão barreiras linguísticas enfrentadas por mulheres indígenas, discriminação racial, distâncias geográficas e limitações de infraestrutura em regiões afastadas. A falta de acesso à educação e à informação também foi mencionada como um fator que amplia a vulnerabilidade dessas mulheres e dificulta o reconhecimento e a reivindicação de seus direitos. Apesar da existência de normas internacionais voltadas à garantia do acesso à justiça para mulheres, especialistas apontaram que muitos países ainda enfrentam desafios para implementar plenamente essas diretrizes. Nesse sentido, foi ressaltada a importância de fortalecer a cooperação entre países da América Latina e da América Central para identificar e superar obstáculos comuns. Durante os encontros também foram mencionadas iniciativas brasileiras voltadas ao enfrentamento da violência contra mulheres, como o canal de atendimento 180 e as Patrulhas Maria da Penha , além dos debates sobre a necessidade de avançar na regulamentação de legislações voltadas ao enfrentamento da violência digital. Representantes do governo brasileiro presentes nas discussões também reforçaram o compromisso com o fortalecimento de políticas públicas voltadas às mulheres, incluindo o avanço das políticas de cuidado, a proteção contra diferentes formas de violência e a garantia de direitos. Reunião da delegação brasileira no Consulado Geral do Brasil, em Nova Iorque. "Precisamos evitar retrocesso não só no brasil, mas no mundo inteiro.", afirmou a secretária-executiva do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa , durante reunião com a delegação brasileira presente na CSW70. A participação da Cruzando Histórias na CSW70 segue acompanhando debates e iniciativas internacionais que dialogam diretamente com temas centrais para a promoção da igualdade de gênero, da autonomia econômica das mulheres e da ampliação de oportunidades no mercado de trabalho. Nos acompanhe nas redes sociais:
- Na Semana da Mulher 2026 toda história tem valor
Cruzando Histórias realiza evento gratuito com encontro online e presencial em São Paulo para apoiar mulheres em situação de desemprego com foco em escuta, conexão e empregabilidade. Entre os dias 24 e 28 de março, a Cruzando Histórias realiza a Semana da Mulher 2026 , uma iniciativa voltada à empregabilidade feminina e ao desenvolvimento emocional de mulheres em situação de desemprego. A programação inclui um encontro online com alcance nacional e um evento presencial em São Paulo, ampliando o acesso a conteúdos, orientação de carreira e conexões profissionais. A proposta parte de um desafio recorrente no mercado de trabalho: a recolocação profissional vai além da qualificação técnica e envolve fatores como confiança, comunicação e acesso a redes de apoio. “Esse é o maior evento presencial que estamos realizando na Cruzando Histórias, e temos a expectativa de que as mulheres realmente se sintam acolhidas e saiam desse encontro renovadas e com força para continuar”, afirma Bia Diniz. Metodologia EscutAção fortalece competências socioemocionais Toda a programação é baseada na metodologia EscutAção, desenvolvida pela Cruzando Histórias, que combina escuta ativa, comunicação não-violenta e vivências práticas. O objetivo é fortalecer competências socioemocionais essenciais para a empregabilidade, como segurança psicológica, clareza na comunicação e valorização da trajetória profissional. Evento presencial acontece no Centro Cultural São Paulo O encontro presencial será realizado no dia 28 de março, na Sala Adoniran Barbosa, no Centro Cultural São Paulo. Voltado prioritariamente a mulheres em situação de vulnerabilidade social, o evento promove uma jornada de desenvolvimento com palestras, painéis e sessões de orientação de carreira. Entre os destaques da programação estão: Palestra “O poder da sua história” , com Bia Diniz Painel sobre conexões e empregabilidade, com Ters Pinheiro e Ana Minuto Painel sobre comunicação e crescimento profissional, com Sheylli Caleffi e Egnalda Côrtes, mediado por Raquel Tetti O evento também contará com sessões individuais de orientação de carreira e apresentação musical de Juliana Franke. FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI Encontro online oferece mentoria coletiva e painel sobre comunicação O encontro online acontece no dia 24 de março, das 10h às 12h, via Google Meet, e é aberto a participantes de todo o Brasil. A programação inclui o painel “Comunicação para Recomeçar e Crescer” , com Graciema Bertolleti (Odontoprev), além de uma mentoria coletiva com lideranças da BNP Paribas Cardif. O objetivo é oferecer orientação prática sobre recolocação profissional, comunicação assertiva e construção de novas oportunidades. FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI Parcerias ampliam impacto social A iniciativa conta com o apoio de empresas e instituições comprometidas com a equidade de gênero, fortalecendo a atuação em rede da Cruzando Histórias e ampliando o alcance das ações. Serviço Semana da Mulher 2026 — Cruzando Histórias Encontro online 24 de março de 2026 Das 10h às 12h via Google Meet Palestra com Graciema Bertolleti, diretora de Novos Negócios da Odontoprev, sobre como a comunicação pode fortalecer a trajetória profissional das mulheres. Após a palestra, todas as participantes terão acesso a uma mentoria coletiva com lideranças da BNP Paribas Cardif. Encontro presencial 28 de março de 2026 Das 10h às 14h no Centro Cultural São Paulo (Sala Adoniran Barbosa) O evento presencial “Toda História Tem Valor” reunirá mulheres para uma manhã de encontros, painéis e troca de experiências sobre trajetória profissional, comunicação e desenvolvimento de carreira. A programação inclui café de recepção, abertura institucional, conversas inspiradoras, espaço de escuta com orientação de carreira e um momento de celebração com a atração musical de Juliana Franke. A abertura traz a conversa “O poder da sua história”, com Bia Diniz, diretora executiva da Cruzando Histórias. Na sequência, Ters Pinheiro e Ana Minuto conduzem o painel “Conexões que transformam”, abordando como as relações podem abrir caminhos, fortalecer redes de apoio e tornar a trajetória mais possível. Encerrando os painéis, Sheylli Caleffi e Egnalda Silva Côrtes conduzem uma conversa sobre comunicação para construir relacionamentos e crescer profissionalmente. Inscrições devem ser feitas na página: https://www.cruzandohistorias.org/events/semana-da-mulher-2026
- Justiça reprodutiva e negociações globais marcam o último dia da Cruzando Histórias na CSW70
Debates sobre acesso a direitos na América Latina e compromissos internacionais encerram a participação da organização na conferência. No último dia de participação na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW70) , a delegação da Cruzando Histórias — que integra a delegação oficial do Ministério das Mulheres — acompanhou debates que reforçam um dos pilares centrais da organização: a garantia de direitos, com foco na assistência social, na prevenção às violências de gênero e no fortalecimento de redes de proteção. A programação foi marcada por discussões sobre justiça reprodutiva na América Latina e pelo acompanhamento das negociações entre os países em torno do documento final da conferência, que orienta compromissos globais em relação à igualdade de gênero. Antes de continuar a leitura, escute a mensagem da Raquel sobre a experiência na CSW: Justiça reprodutiva e acesso à informação Entre os destaques do dia, a equipe participou do evento paralelo "Defensorias Públicas promovendo justiça reprodutiva na América Latina" , que reuniu defensoras públicas, pesquisadoras e organizações da sociedade civil para discutir desafios e estratégias na garantia de direitos reprodutivos na região. O painel contou com a participação de organizações com atuação histórica no tema, entre elas, o Coletivo Feminista que já teve iniciativas em parceria com a Cruzando Histórias , e trouxeram à tona um ponto central: a principal barreira para o acesso ao aborto legal no país ainda é a falta de informação. Painel " Public Defenders Advancing Reproductive Justice in Latin America ". Embora previsto em lei desde 1940 em casos específicos, muitas meninas e mulheres desconhecem esse direito, o que impacta diretamente a busca por atendimento. Nesse cenário, as organizações da sociedade civil têm papel fundamental como vetores de informação e acolhimento, contribuindo para suprir lacunas deixadas pelo poder público. A participação no painel dialoga diretamente com o pilar de garantia de direitos da Cruzando Histórias , que atua na promoção da assistência social, na prevenção às violências de gênero e no fortalecimento de redes de proteção. A discussão também evidenciou desafios estruturais importantes, como a insuficiência de serviços de saúde preparados para atender esses casos, o desconhecimento de profissionais sobre protocolos e a dificuldade de acesso em regiões mais afastadas, que obriga mulheres a se deslocarem entre cidades. Outro ponto relevante é que, no Brasil, não é exigido o registro formal da violência para acesso ao aborto legal, o que deveria facilitar o atendimento, considerando o medo que muitas vítimas têm de denunciar. Ainda assim, o estigma, a desinformação e, muitas vezes, o julgamento moral acabam funcionando como barreiras concretas. "Nós queremos muito avançar, mas com as dificuldades enfrentadas no último governo, ainda estamos tendo que nos alegrar em não retroceder", apontou Tatiana Bias. Nesse contexto, a Defensoria Pública se destaca como uma instituição-chave na garantia de direitos, tanto na orientação das mulheres quanto na incidência para o cumprimento de políticas públicas. Iniciativas como o mapeamento de serviços de referência e a produção de materiais informativos apontam caminhos para ampliar o acesso e fortalecer a rede de proteção. As falas das especialistas também reforçaram a importância de uma abordagem interseccional. "Quando falamos de justiça reprodutiva, precisamos falar de raça. Sobre quais corpos estamos falando?", destacou Thaís Lima durante o painel. A crítica ao papel do Estado como, muitas vezes, agente de violação, seja pela omissão ou por práticas atravessadas por fatores culturais e religiosos, também esteve presente. Os dados apresentados evidenciam a urgência do tema: em 2023, cerca de 14 mil meninas menores de 14 anos deram à luz no Brasil. Pela legislação brasileira, essas gestações são presumidas como resultado de violência sexual, o que reforça a necessidade de ampliar o acesso à informação e aos serviços de acolhimento. "Cerca de 47 meninas (menores de idade) dão a luz por dia no Brasil", comenta Ivete Boulos durante fala na CSW70. Países apresentam avanços e desafios em negociações globais Além dos eventos paralelos, a delegação da Cruzando Histórias acompanhou as discussões oficiais entre os países-membros da ONU , que fazem parte do processo de revisão dos compromissos assumidos desde a Conferência Mundial sobre a Mulher e da agenda " Mulheres 2000: igualdade de gênero, desenvolvimento e paz para o século XXI ". Durante as sessões, representantes de diferentes países apresentaram avanços, desafios e prioridades na implementação de políticas voltadas à igualdade de gênero, conectando suas experiências ao tema central desta edição. A frase "não há paz sem as mulheres" sintetizou o tom das discussões, reforçando a centralidade da participação feminina na construção de sociedades mais justas e igualitárias. A situação das mulheres no Afeganistão, mencionada por diferentes delegações, evidenciou um dos contextos mais críticos da atualidade e a importância da mobilização internacional. Encerramento reforça caminhos para ampliar a garantia de direitos O último dia da CSW70 consolidou aprendizados importantes para a Cruzando Histórias , especialmente no campo da garantia de direitos. Raquel Tetti, Bia Diniz e Marina Silveira, representantes da Cruzando Histórias. Ao longo da conferência, a organização acompanhou debates que vão da inclusão digital às políticas de cuidado, do acesso à justiça ao trabalho digno e, neste último dia, à justiça reprodutiva, temas que, em comum, evidenciam que a garantia de direitos ainda é um desafio estrutural. As discussões reforçam que assegurar acesso à informação, fortalecer redes de proteção e ampliar a atuação conjunta entre poder público e sociedade civil são passos essenciais para prevenir violências e promover autonomia. Os aprendizados também apontam caminhos concretos para ampliar o impacto da organização no Brasil, especialmente no fortalecimento de redes de proteção e no uso da informação como ferramenta de garantia de direitos. Além disso, a participação em espaços estratégicos de debate internacional ampliam o repertório da Cruzando Histórias e fortalecem sua atuação no país, conectando discussões globais com ações concretas no território. "Mais do que presença, a participação na CSW representa um compromisso contínuo: transformar escuta em ação e garantir que essas discussões se traduzam em mudanças reais na vida das mulheres", conclui Bia Diniz, CEO e fundadora da Cruzando Histórias. Leia os resumos anteriores: Inclusão e violência digital marcam o primeiro dia da Cruzando Histórias na CSW70 Políticas de cuidado e igualdade de gênero ganham destaque no segundo dia da Cruzando Histórias na CSW70 Terceiro dia da Cruzando Histórias na CSW70 debate acesso à justiça e estratégias globais para igualdade de gênero Direitos à terra, acesso à justiça e trabalho digno pautam discussões acompanhadas pela Cruzando Histórias na CSW70 VEM AÍ: Semana da Mulher 2026 - Toda História Tem Valor Na última semana de março teremos um evento gratuito com palestras sobre comunicação assertiva, mentoria com grandes empresas, orientação individual de carreira e, claro, conexão com outras mulheres para gerar fortalecimento profissional. Clique aqui e inscreva-se!
- Direitos à terra, acesso à justiça e trabalho digno pautam discussões acompanhadas pela Cruzando Histórias na CSW70
Representando a organização na delegação do Ministério das Mulheres, integrantes da Cruzando Histórias acompanharam debates na ONU sobre os desafios para garantir acesso à justiça, direitos à terra e autonomia econômica para mulheres em diferentes países. A delegação da Cruzando Histórias segue acompanhando a programação da Commission on the Status of Women (CSW70) , realizada na sede da Organização das Nações Unidas , em Nova Iorque . Como parte da delegação oficial do Ministério das Mulheres do Brasil , representantes da organização participaram de eventos paralelos e diálogos temáticos que discutiram os desafios estruturais para garantir acesso à justiça para mulheres e meninas. Entre os encontros acompanhados esteve o evento " Reimagining Justice: Decent Work for Women " (em português "Repensando a Justiça: Trabalho Decente para as Mulheres"), que reuniu representantes de sindicatos globais, organismos internacionais e organizações da sociedade civil para discutir o acesso à justiça no mundo do trabalho. Marina Silveira, Bia Diniz e Raquel Tetti na sede da ONU Mulheres, em Nova Iorque. Acesso à justiça para mulheres no mundo do trabalho Durante o encontro, especialistas destacaram que o acesso à justiça é um elemento central para a justiça social, princípio que orienta o trabalho da Organização Internacional do Trabalho (OIT) . Garantir esse acesso significa assegurar que mulheres trabalhadoras possam reivindicar seus direitos e obter reparação quando esses direitos são violados. Um dos instrumentos internacionais mais importantes nesse campo é a Convenção 190 da OIT , que estabelece a necessidade de mecanismos eficazes, acessíveis e sensíveis às questões de gênero para prevenir e enfrentar a violência e o assédio no mundo do trabalho. O debate também destacou as principais barreiras que ainda dificultam o acesso das mulheres à justiça trabalhista, como leis discriminatórias, falta de representação legal acessível, medo de retaliação e normas sociais que muitas vezes silenciam denúncias. Antes de continuar a leitura, escute a mensagem da Bia sobre esperança: Desafios globais para os direitos das mulheres trabalhadoras Ao longo do evento, participantes apresentaram exemplos de diferentes regiões do mundo para ilustrar como essas barreiras se manifestam na prática. No Afeganistão , desde 2021 mulheres foram proibidas de trabalhar, estudar e participar da vida pública, o que, na prática, elimina qualquer possibilidade de acesso à justiça. Estima-se que cerca de 2,5 milhões de meninas estejam fora da escola. Nos Estados Unidos , mudanças recentes em políticas públicas e cortes em programas de diversidade também tiveram impactos significativos sobre a permanência de mulheres no mercado de trabalho, especialmente entre grupos mais vulneráveis. Já no Gana , avanços na estrutura salarial do setor público contribuíram para reduzir desigualdades, mas ainda existem desafios importantes no setor informal, além da ausência de ratificação da Convenção 190 da OIT . Sindicatos e negociação coletiva na proteção das trabalhadoras Outro ponto central do debate foi o papel da organização coletiva na defesa dos direitos das mulheres no mercado de trabalho. Especialistas destacaram que a negociação coletiva é uma das ferramentas mais eficazes para garantir proteção real às trabalhadoras. Iniciativas conduzidas por sindicatos em diferentes países demonstram como a ação coletiva pode ampliar o acesso à justiça. No Reino Unido, por exemplo, o sindicato UNISON liderou uma campanha de quatro anos para abolir taxas abusivas em tribunais trabalhistas, restaurando o acesso à justiça para trabalhadores — especialmente mulheres em setores de baixa renda. Também foram discutidas iniciativas para promover devida diligência em direitos humanos nas cadeias globais de suprimento, garantindo maior transparência e proteção para trabalhadoras frequentemente invisibilizadas nesses sistemas. Direitos à terra e barreiras estruturais para mulheres Além das discussões sobre trabalho digno, representantes da Cruzando Histórias também acompanharam debates sobre sistemas patriarcais e o acesso das mulheres à propriedade da terra, com foco na realidade da África do Sul . Embora a legislação do país reconheça a igualdade de gênero e o direito das mulheres à propriedade, especialistas destacaram que a prática ainda apresenta desafios significativos. Em determinadas áreas classificadas como traditional land — terras administradas por sistemas tradicionais de governança comunitária — mulheres podem enfrentar restrições para acessar ou registrar propriedades. Em alguns contextos, foi relatado que mulheres precisam da assinatura de um homem para exercer direitos sobre a terra, evidenciando como estruturas sociais e culturais continuam limitando sua autonomia. Durante o debate, participantes também ressaltaram a importância de desenvolver mecanismos concretos para mensurar a efetividade das políticas de igualdade de gênero, garantindo que direitos previstos em lei sejam efetivamente implementados. Trabalho digno, empoderamento econômico e igualdade de gênero Outro ponto recorrente nas discussões foi a relação entre empoderamento econômico, igualdade de gênero e desenvolvimento social. Especialistas destacaram que políticas voltadas à promoção do trabalho digno, da igualdade salarial e ao combate à violência de gênero no ambiente de trabalho não beneficiam apenas as mulheres, mas também geram impactos positivos para comunidades, cidades e economias inteiras. Nesse contexto, também foi lembrado que a agenda internacional sobre o futuro do trabalho tem incorporado cada vez mais a perspectiva de gênero. A Conferência Internacional do Trabalho de 2026 , que será realizada em Genebra no mês de junho, deverá discutir uma agenda transformadora voltada à promoção da igualdade de gênero no mundo do trabalho, considerada estratégica para orientar políticas e compromissos globais nos próximos anos. Aprendizados globais para fortalecer a empregabilidade feminina no Brasil A presença da Cruzando Histórias na CSW70 também é uma oportunidade de ampliar o diálogo com organizações, especialistas e lideranças de diferentes países que atuam na promoção dos direitos das mulheres. As discussões acompanhadas ao longo da programação reforçam a importância de fortalecer iniciativas que ampliem o acesso das mulheres ao trabalho digno, à autonomia econômica e à justiça, temas que seguem no centro das ações da organização no Brasil . Hoje é aniversário da nossa fundadora , deixe uma mensagem de carinho no post do Instagram:
- Políticas de cuidado e igualdade de gênero ganham destaque no segundo dia da Cruzando Histórias na CSW70
Programação reuniu discussões sobre divisão de responsabilidades familiares e impactos na autonomia econômica das mulheres. A Cruzando Histórias acompanhou novos debates da 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher , em Nova Iorque, com discussões sobre políticas de cuidado e seus impactos na igualdade de gênero e na autonomia econômica das mulheres. Os encontros reuniram representantes de governos, organizações internacionais e sociedade civil para debater a importância de colocar o cuidado no centro das políticas públicas. O tema foi apresentado como um desafio estrutural que impacta diretamente a vida das mulheres, que ainda concentram a maior parte das responsabilidades relacionadas ao cuidado de crianças, idosos e familiares, muitas vezes de forma não remunerada ou invisibilizada nas estatísticas econômicas. As discussões também apontaram que essa realidade afeta com mais intensidade grupos específicos, como mulheres negras, mães solo, indígenas, periféricas e moradoras de áreas rurais. Nesse contexto, foi reforçada a necessidade de fortalecer sistemas nacionais de cuidado, com a participação do Estado, do setor privado e da sociedade civil na construção de soluções que ampliem serviços, infraestrutura e proteção social. “Cuidar é um imperativo ético e uma aposta no futuro”, destacou Laís Abramo durante fala na CSW70. Outro ponto abordado foi a compreensão de que políticas de cuidado não devem ser vistas apenas como despesas públicas, mas como investimentos sociais e econômicos, capazes de gerar empregos, fortalecer redes de proteção e impulsionar um crescimento mais inclusivo. Os debates também destacaram a importância de promover uma divisão mais equilibrada das responsabilidades dentro das famílias, como o avanço nas discussões sobre licença-paternidade e maior participação dos homens nas rotinas de cuidado, um passo importante para reduzir desigualdades de gênero e ampliar as oportunidades de participação das mulheres no mercado de trabalho. Tudo isso reforça que políticas de cuidado estão diretamente conectadas à autonomia econômica das mulheres e à sua permanência no mercado de trabalho. A participação da Cruzando Histórias na CSW70 contribui para ampliar esse diálogo e acompanhar experiências que podem fortalecer a construção de soluções mais estruturadas no Brasil. Leia também: Inclusão e violência digital marcam o primeiro dia da Cruzando Histórias na CSW70
- Inclusão e violência digital marcam o primeiro dia da Cruzando Histórias na CSW70
Delegação da organização participa do principal fórum global sobre direitos das mulheres e acompanha discussões sobre empregabilidade, acessibilidade e enfrentamento à misoginia nas plataformas digitais. A Cruzando Histórias participou do primeiro dia de atividades da 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher , em Nova Iorque, principal fórum global sobre igualdade de gênero promovido pela ONU Mulheres . Representando a organização, estiveram presentes Bia Diniz , Raquel Tetti e Marina Silveira , acompanhando debates e apresentações sobre inclusão no mercado de trabalho, desigualdades de gênero e enfrentamento à violência contra mulheres. Entre os destaques da programação esteve a palestra de Carolina Ignarra , fundadora da Talento Incluir, que apresentou dados do Radar da Inclusão sobre a participação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O levantamento aponta que mulheres com deficiência estão entre os grupos mais impactados pelas desigualdades, evidenciando como o machismo estrutural já presente na empregabilidade feminina se intensifica quando combinado a outras barreiras sociais. Carolina Ignarra, fundadora da Talento Incluir. Durante o painel também foi discutido o conceito de “ fadiga de acesso ”, que descreve o desgaste constante de pessoas com deficiência ao precisar reivindicar condições mínimas de acessibilidade para participar plenamente da vida profissional e social. Outro momento relevante do dia trouxe reflexões sobre representatividade indígena no mercado de trabalho, com a liderança Naia Tupinambá destacando a importância de ampliar oportunidades econômicas para povos originários, especialmente para mulheres indígenas. A delegação da Cruzando Histórias também acompanhou o evento internacional “ Regulation, protection and justice: responses to gender-based digital violence ”, que reuniu representantes do Brasil, Colômbia e México para discutir caminhos de enfrentamento à violência de gênero nas plataformas digitais. O encontro contou com a participação da Ministra das Mulheres, Márcia Lopes , e da primeira-dama Janja Lula da Silva , que abordaram os impactos da misoginia online e os desafios enfrentados pelas mulheres no ambiente digital. Raquel Tetti (Cruzando Histórias), Márcia Lopes ( Ministra das Mulheres) e Marina Silveira (Cruzando Histórias). Durante o debate, autoridades citaram um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro que analisou cerca de 76 mil vídeos com conteúdo misógino no YouTube e identificou que cerca de 90% desses canais seguem ativos e em crescimento, evidenciando como a violência digital contra mulheres também se conecta a mecanismos de monetização e lucro nas plataformas. Abaixo a pesquisa completa: Os debates também abordaram o impacto do chamado “algoritmo patriarcal”, que pode amplificar discursos misóginos e dificultar a participação feminina no espaço público e político. Para especialistas presentes, enfrentar a violência digital contra mulheres exige não apenas mudanças legislativas, mas também mais diversidade na tecnologia e maior responsabilidade das plataformas digitais. A participação da Cruzando Histórias na CSW70 reforça o compromisso da organização em acompanhar discussões globais que impactam diretamente a empregabilidade feminina, a inclusão e o acesso à justiça, trazendo aprendizados e conexões que possam fortalecer suas iniciativas no Brasil. Nos acompanhe também nas redes sociais: Instagram LinkedIn
- Boletim CH | Mês das Mulheres: 2ª Edição
Olá, mulher ! 🌻 Toda quarta-feira, a Cruzando Histórias compartilha com exclusividade para nossa rede uma curadoria de cursos, vagas de trabalho e eventos gratuitos. São oportunidades que fortalecem jornadas profissionais, ampliam horizontes e impulsionam a empregabilidade e o empreendedorismo feminino , dentro e fora da nossa comunidade. ⬇️ Confira o que separamos para você nesta semana. 💼 VAGAS DE TRABALHO Vagas de emprego, estágios e contratos (CLT, PJ ou temporários), em formatos presencial, híbrido ou remoto, que fortalecem trajetórias profissionais e ampliam o acesso ao mercado de trabalho pelo país. Agente de Comunicação II | SESI SP 📍 Araraquara e Matão - SP 📌 Regime: Efetivo – CLT 𝌭 Modelo: Presencial De segunda à sexta, das 8h às 17h 💰 R$ 7.334,18 🔗 Formulário de candidatura: https://sesisenaisp.empregare.com/pt-br/vaga-agente-de-comunicacao-ii-araraquara-e-ma_150797 Conexsus - Instituto Conexões Sustentáveis Assistente Executivo (a) Institucional 📍 São Paulo (SP) 📅 Inscrições abertas até dia 16/03/2026 📧 Envio de currículo : rhcx@conexsus.org Assunto: Assistente Executivo(a) Institucional Assistente Financeiro(a) 📍 Rio de Janeiro - Centro 📌 Regime: CLT | 40h semanais 𝌭 Modelo: híbrido (3x presencial) 📅 Inscrições abertas até 15/03/2026 📧 Envio de currículo : rhcx@conexsus.org 🔗 Edital: https://www.conexsus.org/validacao/wp-content/uploads/2026/03/tdr-040326-assistente-financeiro-2026.pdf Carcará - Coletivo Digital | Diversas Vagas Analista Jr. de Tráfego Pago 📍 Brasília (DF) 📌 Regime: PJ 𝌭 Modelo: Remoto, com reuniões presenciais ocasionais 📧 Envio de currículo com pretenção salarial : carcara@carcara.club Assunto: VAGA - TRÁFEGO PAGO Conteudista Pleno de Redes Sociais 📍 Rio de Janeiro (Centro) 📌 Regime: PJ 𝌭 Modelo: híbrido (campanha eleitoral - esquerda) 📧 Envio de currículo com pretenção salarial : carcara@carcara.club Assunto: VAGA - CONTEÚDO Designer Sênior 📍 Rio de Janeiro (Centro) 𝌭 Modelo: Remoto 📧 Envio de currículo com pretenção salarial : carcara@carcara.club Assunto: VAGA - DESIGNER ⚠️ Atenção: Não seguiram com a seleção dos currículos caso: A pessoa não resida no local da vaga; E-mail sem portfólio (onde for pedido), currículo e pretensão salarial; Não tiver formação na área pedida para a vaga. Coordenador(a) de Parcerias Privadas e Filantropia | ACNUR, Agência da ONU para Refugiados 📍 São Paulo (SP) 𝌭 Modelo: Presencial - Tempo Integral 📆 Inscrições até 21/3/2026 🔗 https://www.acnur.org/br/eventos/coordenador-de-parcerias-e-filantropia-pph-associate ⚠️ Atenção: N ão deixe a inscrição para a última hora! Todas as inscrições de vagas ofertadas na plataforma Workday se encerram às 23h59 do horário de Genebra. Por ser em outro fuso horário, o término é antes do fim do dia no Brasil. Bibliotecário (a) | Comitê Olímpico do BrasilComitê Olímpico do Brasil 📍 São Paulo (SP) 📌 Regime: CLT, por prazo indeterminado 𝌭 Modelo: Presencial - Tempo Integral 📆 Inscrições até 13/03/26 💰 R$5.313,00 + Benefícios 🔗 https:// docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdQkPhYL2KIdBHkxLQ_wO6_muvEr8fVdwj5LyI5SCjvoHlymA/viewform Analista de Relações Institucionais | Instituto Capim Santo 📍 Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca (PE) 📌 Regime: C LT 𝌭 Modelo: 40 horas semanais 📆 Inscrições até 13/02/2026 🔗 https:// doc s.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfqH3j00oNojQaj4gdOZHkG4oqGnZ7GkIA8gxoyVpt5dGAPAQ/viewform Auxiliar Administrativa | Vinhos Durigan 📍 Santa Felicidade - Curitiba (PR) 🕒 Horário: Segunda a sexta: 9h às 18h Sábado: 9h às 12h 💰 R$ 2.300 + Vale Transporte 📲 Envio de currículo: Giovanna Durigan +55 41 98404-9295 📅 EVENTOS Encontros, palestras, seminários, mostras, rodas de conversa e atividades abertas (presenciais ou online) que promovem troca de experiências, articulação em rede, circulação de conhecimento e também momentos de lazer, celebração e fruição cultural. Em celebração ao Mês da Mulher, a Cruzando Histórias prepara uma programação especial para a última semana de março. No dia 24 , acontece um encontro online com um painel sobre comunicação. Já no dia 28 , teremos um evento presencial em São Paulo , com uma manhã dedicada a conteúdo, orientação de carreira, conexões e acolhimento — além de algumas surpresas preparadas especialmente para a comunidade. Na próxima edição do boletim traremos todos os detalhes, mas já vale reservar na agenda: 24 e 28 de março . 💡 INFORMAÇÃO E ENTRETERIMENTO Artigos, reportagens, pesquisas, editais, relatórios, além de filmes, documentários, séries, podcasts e programas que ampliam repertório, estimulam reflexão crítica e provocam diálogos sobre trabalho, cultura, gênero, território, economia criativa e sociedade. 🎞️ O Agente Secreto 📍 Local: Em cartaz em alguns cinemas 📅 Período: Disponível atualmente; em breve no catálogo da Netflix O filme concorre ao Oscar nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator e Melhor Direção de Elenco. Para quem ainda não assistiu, fica a indicação antes da premiação. Oscar 2026 📍 Formato: Transmissão ao vivo 📅 Data: Domingo, 15 de março 🕒 Horário: 20h às 23h A cerimônia será transmitida ao vivo pela TV Globo, e você também poderá acompanhá-la ao vivo pelo g1 . Acompanhar a premiação é uma oportunidade de torcer pelo cinema nacional nas principais categorias da noite. 📚 FORMAÇÕES Cursos, oficinas e programas de capacitação que ampliam repertório, dialogam com trajetórias profissionais e podem ser complementares à formação acadêmica. Oportunidades para fortalecer currículos, desenvolver competências e explorar novas perspectivas na carreira. Cursos Cruzando Histórias Impulsione EAD Nosso curso, online e grátis, te ajuda a: Definir seus objetivos de carreira Criar seu currículo Atualizar seu LinkedIn® Se preparar para processos seletivos Construir sua marca pessoal Se aproximar de vagas e oportunidades Curso de Soft Skills para Mulheres Faça uma imersão em habilidades que facilitam TODAS as áreas do seu dia a dia. Aulas rápidas e efetivas, feitas pela equipe da Potência 4.0, liderada pela CEO, Christiane D'Angelo, psicopedagoga clínica, mentora e escritora. 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Vamos juntas em busca do SIM! 👭💖 Siga o nosso Instagram @cruzandohistorias Acompanhe o nosso LinkedIn @cruzandohistorias Não nos responsabilizamos pelas informações de cada vaga e/ou processo seletivo.












